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DOCE INÊS
Por: Nelson de Medeiros

DOCE INÊS

A noite cintila...Fito o universo,
E, num timbre de luz, u!malva estrela
Resplende ao longe em diáfano verso
Que a lua entoa querendo retê-la...

E o bardo, então, enternecido ao vê-la,
Viaja em sonho para um tempo anverso
Onde, talvez, num mundo em tudo inverso,
Possa, também versar a musa e tê-la...

Mas, doce Inês: A turba é vil, perversa,
Quer evitar que este amor prevaleça,
E sem pudor nossa vida devassa!

Por isso ignoremos tal cabeça,
E fiquemos com o brocardo persa:
“Os cães ladram e a caravana passa”...

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