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Erasmo Manuel Vaz Contreiras
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Poesia
 
A DOR DA FRIEZA
Por: Erasmo Manuel Vaz Contreiras



Quando não dá para dar
Não adianta até mesmo doar
Porque de forma fria
Acabamos por matar
O que queremos salvar

A dor da frieza

Quando não dá para amar
Não adianta se apaixonar
Porque de forma fria
Na cama só vamos chatear
Quem nunca pensou em nos odiar

A dor da frieza

Quando não dá para caminhar
Não adianta continuar a andar
Porque de forma fria
Acabamos por nos enganar e tropeçar
E ao destino, nunca lá chegar

A dor da frieza

Quando não dá para aguentar
Não adianta forçar
Porque de forma fria
Acabamos por estragar
Ao invés de concertar
E deixarão de em nós confiar

A dor da frieza

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