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Jornalismo
 
Plumas e penas: e uma sociedade hipócrita
Por: Marlene A. Torrigo

Sabemos que os animais trocam suas penas e/ou seus pelos, em determinadas épocas do ano. Assim sendo, em se tratando de plumas e penas, é assim que carnavalescos as adquirem para confeccionarem suas fantasias mais onerosas. O normal e amplamente usado são plumas e penas sintéticas. E, assim sendo, quando chega o carnaval, eis a época propícia para circular na mídia virtual as "monstruosidades" praticadas contra aves nobres, patrocinadas por foliões. Novamente assim sendo, milhares de "ambientalistas" ficam chocados com tais notícias, inverídicas e sensacionalistas, claro.

E não é que a maioria dos chocados que acreditam em tamanha pasmaceira, são bacharéis e licenciados que apregoam terem se formado nas melhores faculdades do país! Imagine-se se tivessem se formado nas piores. E, assim sendo mais uma vez, tais intelectuais protestam e até assinam petição, narrando os horrores a que são submetidas as aves exóticas. O nível de baixaria dos comentários revoltosos é horripilante; palavrões, ofensas, obscenidades. Assim sendo uma última vez, assim caminha a humanidade, para trás, em retorno nítido às cavernas, cegos, surdos e insensíveis aos clamores da Natureza.

Infelizmente é muito fácil manipular e iludir mentes obtusas. Não é difícil entender porque temos um Brasil caótico. No entanto, tais "ambientalistas", todos eles, degustam carne de sacrifício animal numa boa, TODOS OS DIAS DE SUAS VIDAS! E não sentem um pingo de dó ou remorso do bichinho guisado ou assado que devoram lambendo os beiços.

Pescar é um entretenimento tão inocente, não é mesmo? Quem liga para a agonia do pobre bichinho fora d'água? Sobre os matadouros, legais e ilegais, onde os bichinhos são expostos a toda sorte de maldade para humanos se banquetearem de suas carnes, ninguém levanta bandeiras. Nas festanças de fim de ano, banquete de pobre é enriquecido de peru e pernil, mas banquete de rico é a base de carnes nobres, como a de um gansinho, de um faisãozinho, de um pavãozinho, de avestruzinho, até mesmo de animaizinhos em lista de extinção.

Que sociedade hipócrita!

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