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ANTONIO PAIVA RODRIGUES
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O BRASIL DE CABEÇA PARA BAIXO
Por: ANTONIO PAIVA RODRIGUES

O BRASIL DE CABEÇA PARA BAIXO

A política brasileira é lamentável. Não se encontra um político honesto e aqueles que assim são raramente chegam ao poder e se conseguirem duas saídas lhes restam: Sucumbir à corrupção ou serem destruídos pelos desonestos. (Mário Pereira Gomes).

Queríamos colocar nosso posicionamento sobre a política brasileira citando três frases que achamos muito importante e que definem muito bem o nosso momento político. “A corrupção é apenas uma consequência das escolhas do povo”. (Laércio Monteiro); “O fato mais fundamental sobre as ideias da esquerda política é que eles não funcionam. Portanto, não devemos ficar surpresos ao encontrar a esquerda concentrada nas instituições onde as ideias não têm de trabalhar para sobreviver”. (Thomás Sowel). “Políticos no Brasil não são eleitos pelas pessoas que leem jornais, mas pelas quais se limpam com ele”. (“Conde Von Noble).”.

A situação da politicagem instalada no Brasil envergonha qualquer cidadão, mesmo que não seja expert em ciências políticas. Mas, como tem corruptos inseridos no cenário político no Brasil de Norte a Sul, de Leste a Oeste? Qualquer acontecimento trágico envolvendo autoridades a imprensa se cala e a justiça não se manifesta como deveria. A trágica morte do ministro Teori Zavascki (1948 -2017) cria um desafio: como manter o - vigor das investigações contra a corrupção, mais a fabulosa máquina de conspirações. As manchetes são quase as mesmas senão vejamos: “vem aí outra megadelação. A Camargo Corrêa decide seguir os passos da Odebrecht. Quarenta funcionários de empreiteiras vão se tornar delatores e duzentos políticos vão aparecer na lista da propina”.

Trezentas sentenças que Sérgio Moro lavrou nos últimos quinze anos e descobriu as raízes da determinação e eficiência do juiz que deu ao Brasil a primeira esperança real de vencer a corrupção. Ele salvou o ano com certeza. O Brasil Velho não entendeu que o confronto real de 2015 foi entre uma porção decisiva da sociedade brasileira e o coletivo oligárquico lulista. Dezenas de países apresentam resultados melhores que os do Brasil no combate à miséria, com a vantagem de não terem caído em uma recessão profunda. O mundo discreto do juiz Sérgio Fernando Moro começou a virar pelo avesso em 11 de julho de 2013. Era uma quinta- feira, o país debatia as ações dos Blacks blocs, alguns políticos eram investigados pelo uso heterodoxo dos jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB), e Moro instalado em seu gabinete em Curitiba, autorizou a Polícia Federal a fazer “escuta telefônica e telemática” contra um obscuro doleiro.

Com essa decisão prosaica, deu-se a largada a uma sucessão de denúncias e delações que, na estupenda confluência de faro e sorte, revelaria ao País a tenebrosa engrenagem das petrorroubalheiras, mas quem é e o que pensa o homem que começou a derrubar o esquema? Moro escreve em sentenças com ordem e clareza, de modo que os condenados possam lê-las e entende-las. Quase nunca emprega expressões em latim. Em 2003, nove anos antes do julgamento do Mensalão, Moro já condenara um réu com base na teoria do domínio de fato. Em 2010, Moro absolveu dois réus dizendo que delação premiada, sozinha não pode condenar ninguém. Em 2009, Moro escreveu que Alberto Youssef não tem “elevada credibilidade”. Nem por isso se deve ignorar o que diz. “A responsabilização de agentes públicos ou privados culpados por corrupção favorece tanto o Estado como o Mercado”.

Coordenador da Lava Jato na Polícia Federal diz que perderam o timing para prender o ex-presidente, admite crise com a Procuradoria e afirma que agentes públicos “não devem querer ser heróis”. (Ulisses Campbell). “Hoje, os elementos que justificariam um pedido de prisão preventiva do ex-presidente Lula já não são tão evidentes como antes. Ou seja: perdemos o timing”. Essa manifestação denota que Lula tem em suas mãos muita gente graúda em seu rol de crimes e uma prisão nessa hora poderia ser uma convulsão social, no entanto esses fatos tem que ser revelados, pois temos segurança para impedir que se instale no Brasil um ambiente de guerra. Lula deve pagar por seus crimes, pois se assim não acontecer à justiça brasileira estará totalmente desmoralizada. Muitas pessoas já se deixaram iludir por pretensos videntes e acreditaram em suas afirmações de o mundo iria se acabar.

A data prevista passou tranquilamente e o mundo continua aí vivinho da Silva. Agora existe outra previsão do fim do mundo. Depois da Odebrecht, a Camargo Corrêa negocia uma superdelação: quarenta executivos , incluindo controladores , revelarão o que sabem sobre as propinas pagas a mais de 200 políticos. Vejam as autoridades que estão na mira de Moro: O presidente Michel Temer, o ex-ministro Antonio Palocci, Renan Calheiros ex- presidente do Senado Federal, o ministro da Educação, Mendonça Filho, e o senador Romero Jucá: problemas a vista na Lava Jato com a delação na Camargo Corrêa. Não precisamos expor quais as falcatruas dos implicados, pois o assunto já foi bastante dissecado. O estilo xerifão do ministro da Justiça Alexandre de Moraes agrada a Michel Temer. Mas seu fraco pelo exibicionismo tem causado embaraços ao governo e é por isso não entendemos porque o presidente aponta o nome desse exibicionista para ser ministro do Supremo Tribunal Federal(STF).

Será que ele vai continuar se exibindo no STF? O general Sérgio Etchegoyen alertou o presidente sobra à explosão da violência nos presídios. É bom frisar que existem vários tipos de violência em prática no Brasil e a maior delas é a corrupção aliada à impunidade que de uma maneira ou outra influi sobre os desordeiros da nação. “Vivemos uma Crise Moral”. O chefe de inteligência do governo diz que facções criminosas ameaçam não apenas os presídios, mas a segurança nacional, e acusa o governo Lula de ter dado sumiço nas câmeras internas do Palácio do Planalto. Os corruptos da Câmara e do Senado também ameaçam a segurança nacional. “A crise carcerária é uma tragédia, mas é só uma parte de uma crise aguda de um quadro sistêmico, de uma septicemia geral no sistema”.

A quem afirme que o arrocho deixou de assustar como antes. O arrocho derruba a inflação e traz a oportunidade de uma queda expressiva nas taxas de juros , o que deverá destravar o crédito e encorajar os investimentos privados. ( Fontes: Revista “Isto É” e Veja). A crise político no Rio de Janeiro é outro calo no sapato do presidente Temer. Meirelles em reunião com Pezão tem promessas de perdão para melhorar a situação caótica do governo carioca. O Rio Vai por último? Temer e Meirelles , com o respaldo de Carmem Lúcia, costuram acordo com pezão para aliviar as finanças do estado. O duro será aprovar as contrapartidas. !4 bilhões deixarão de ser pagos pelo Rio de Janeiro a União nos próximos três anos. Esse é a triste situação da política brasileira, pois acabaram com a economia do País em virtude de terem quebrada a maior estatal brasileira, a Petrobras. Muitos corruptos enviaram dinheiro para o exterior e se atolaram em propinas. Onde está a competência e a honestidade da maioria dos políticos brasileiros? Queremos saber. Os nossos políticos precisam criar vergonha na cara. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ACE- DA UBT- DA ALOMERCE-JORNALISTA- DO PORTAL CEN.



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