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JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA
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Harmonia e entendimento cada vez mais longe
Por: JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA

Enquanto a paz não trouxer prosperidade...


A despeito dos avanços científicos, tecnológicos e sociais a harmonia entre os seres humanos está cada dia mais longe do que todos esperavam. Isso prova que as conquistas pouco valem diante dos atrasos que constatamos na convivência diária entre as pessoas, em grande parte do globo terrestre. Qual seria a causa disso? Como resolver este problema que existe desde os primórdios da civilização? Os exemplos deixados por muitos que dedicaram uma vida contra isso foram inúteis? Espera-se o fim de tanto desentendimento que nada acrescentou a todos.
Os estudos mostram que a evolução da humanidade foram consequências das revoluções que mudaram o comportamento das pessoas. A agrícola, por exemplo, fixou o homem primitivo, o caçador-coletor, numa determinada região. Da mesma forma, a Industrial determinou a obediência ao horário nas fábricas. Por outro lado, a tecnológica, com ênfase na inteligência artificial, ameaça a utilização da mão de obra humana. Finalmente, a científica, com os avanços nas pesquisas, indica a possibilidade de identificar antecipadamente doenças e desvios de conduta nas pessoas.
Paralelamente a isso tudo, infelizmente, o que se vê é o crescimento assustador das divergências de ideias, objetivos e interesses pelo bem comum. O meio ambiente, que todos afirmam que é fundamental para a sobrevivência humana, continua ameaçado, principalmente pelos países de maior poder econômico. A fome e a miséria, algo inaceitável diante de tanto desenvolvimento tecnológico, ainda nos envergonha sob qualquer ponto de vista político, social e religioso. Provavelmente são os fatos inquestionáveis sobre a competência da humanidade.
Qual seria o mundo que todos mereciam viver, independentemente de crença, raça, cor, religião, grau de instrução e preferência política? Aquele que possibilitaria o acesso de todos aos itens que atendem as necessidades básicas do ser humano? Ou a prática do mais desenvolvido impor condição de subserviência ao menos desenvolvido está correta? Talvez um dos motivos de tanto desentendimento mundo afora seja exatamente este. Por que explorar as riquezas alheias e impedir o seu crescimento se valendo do poder econômico e militar? Nem todos aceitam calados!
Sabe-se que a humanidade vive eternamente em guerra. Não precisa ser aquela convencional onde os inimigos se matam usando armas nos combates. A própria Guerra Fria, um conflito de ideias que perdurou por mais de 40 anos, entre o capitalismo e o socialismo, não presenciou um único disparo entre os Estados Unidos e a União Soviética. Muitas disputas comerciais se assemelham a batalhas sangrentas, sem sobreviventes. Algumas eleições promovem violência e agressão dignas de cinema. Portanto, conquistar é vencer qualquer inimigo!
Uma pergunta vem se tornando comum entre os brasileiros sobre o desentendimento geral no país. Por que chegamos a este ponto, onde parece que ninguém se entende mais? Apesar de não estarmos oficialmente em guerra, diariamente morrem centenas de pessoas vítimas da violência. Seria somente por causa do narcotráfico? Ou a desigualdade social tem a sua parcela de contribuição? A criminalidade não seleciona quem vai morrer. Policiais, inocentes, adultos, crianças, pacifistas... e todo aquele infeliz que estiver na linha de tiro da bala perdida. Por que?!
Os valores do cristianismo soam impraticáveis no mundo capitalista. Amor ao próximo, perdão, caridade, respeito aos bens alheios e desapego ao materialismo são incompatíveis com o sucesso na sociedade. Os simbolismos das tradições viraram apelos comerciais. Natal significa Papai Noel, não o nascimento de Jesus Cristo. Páscoa é lembrada pela compra dos ovos de chocolate, não pela ressureição do Filho de Deus ou pela libertação dos escravos judeus do Egito. Isso pode não ser responsável pelos desentendimentos, mas indica para onde caminhamos.


J R Ichihara
31/03/2018

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