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A difícil tarefa dos acordos
Por: YÉ GONÇALVES

Desde os tempos remotos da história da humanidade, observa-se a difícil tarefa dos acordos entre as pessoas, povos e nações, imperando-se, portanto, o emprego da força bruta por parte de quem está no poder e que deveria agir com um mínimo de equilíbrio, pelo menos em razão do cargo ao qual é investido.

Estamos vivenciando momentos delicados da história deste país, onde é afetado o ponto nevrálgico central - as estradas e rodovias - e, em consequência, atingindo todo o funcionamento da sociedade brasileira, em suas mais variadas necessidades básicas.

A greve dos caminhoneiros, destes heróis das estradas e rodovias, o sangue que corre pelas veias deste território brasileiro, buscando nem tanto reivindicações de reconhecimentos, mas, tão simplesmente, condições necessárias para o exercício da profissão e de sobrevivência.

Há o ditado de que o que é combinado não é caro. Portanto, justificam-se as reivindicações, haja vista a inércia ou omissão, ou desinteresse, por parte do governo em cumprir o prometido à categoria.

Chega a hora que a bomba explode e chegou e explodiu. E agora, José? Diria o eterno poeta Drummond.

De um lado, o governo com as suas habilidades de negociações, quando há interesse político; por outro, os trabalhadores das estradas e rodovias, com as suas reivindicações merecidas e coroadas de razão.

Mas, o que falta? Falta o bom senso da difícil tarefa dos acordos, ainda mais por parte de um governo autoritário, sem argumentos e habilidades para as soluções, e que prefere agir, com os reflexos das barbáries, utilizando-se da força bruta, tentando justificar-se diante da incompetência moral de negociação para o bem comum.

Portanto, enquanto houver a dureza de coração, a voz da ganância falando mais alto, o império do egoísmo nas consciências, ainda nos depararemos por muito tempo nesse aprendizado da difícil tarefa dos acordos.

Até a próxima oportunidade!

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