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Filas de abastecimento, movimentações etc e tal.
Por: YÉ GONÇALVES

Buzinadas insistentes que incomodavam os ouvidos dos ditos normais.

Vou até a sacada e assisto a movimentações incríveis de veículos, motos, pedestres portando galões, todos em direção ao posto de combustíveis situado na esquina próxima. Sem contar a fila de veículos que já aguardavam, parados, o atendimento.

Era a correria para o abastecimento. Não importava o preço dos combustíveis. O que importava aos condutores, e aos pedestres dos galões, era atender às suas necessidades. Nada pior do que andar a pé. Até mesmo por que muitos utilizam veículos para o trabalho profissional e/ou para as emergências diversas do dia a dia, ou mesmo por questões de conforto.

Diante disso, surgem as reflexões sobre a nossa postura em relação aos momentos de crise.

Por um lado, caminhoneiros em greve e suas dificuldades nos acordos e no enfrentamento das situações climáticas nas rodovias, inclusive às noites, em plenos ventos frios de maio. Por outro, nas cidades, as bombas são abastecidas e combustíveis com preços altíssimos, formam-se filas, pisca-alertas, buzinações, e até dá um espaço no tempo para ouvir uma boa música, conhecer novas pessoas e formar novas amizades e, quem sabe, até um novo namorado ou nova namorada, ou até um casamento, alguém que não víamos há tempos, um amigo de infância, um parente distante, etc e tal.

E assim vão passando o tempo, as nossas divagações, as filas e as pessoas também. Os frentistas sorriem, não perdem o humor, e desejam boa tarde ou boa noite ou uma boa viagem aos atendidos.

Enquanto isso, passa por mim um velho conhecido, a pé, e da sacada cumprimento-o sorrindo:

- Há quanto tempo? Como vão as coisas?

Ele responde:

- Pelo jeito vão continuando como estão.

E segue o seu caminho...

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