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JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA
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Para que servem as avaliações?
Por: JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA

Muda, muda, muda... e continuamos no mesmo lugar!


Raramente ouvimos no Brasil que após uma avaliação de algum programa do governo implantado os resultados ficaram acima do esperado. Mais difícil ainda é a explicação dos motivos que influenciaram sobre as metas não alcançadas. Por que isso? Os autores das ideias providenciais só querem incluir as propostas, independentemente do fracasso ou sucesso, no currículo da carreira pública. Alguém desconhece as inúmeras medidas anunciadas, especialmente nas campanhas eleitorais, para melhorar a educação e a saúde no país? Então...
Ninguém pode tirar a razão do cidadão brasileiro quanto a descrença em tudo que os candidatos prometem – os fatos se autoexplicam. Quem ainda precisa saber das precariedades dos serviços públicos essenciais à população? Da mesma forma que das dificuldades de se abrir uma empresa por aqui? Como também da lentidão de se resolver qualquer pendenga que dependa da Justiça? Aliás, dizem os especialistas no assunto que a nossa é uma das mais caras do mundo. Precisa-se de um candidato para se indignar com a carga tributária sufocante que bancamos?
O assunto da atualidade é a burocracia. Isso já foi tema de governo passado há 40 anos. Criou-se até um Ministério da Desburocratização, tendo como titular o senhor Hélio Beltrão. Pouco se falou sobre os gastos com isso, mas de concreto mesmo é que não saímos do lugar. Onde falhamos? O que avançamos? Por que não se tirou proveito da experiência para resolver o problema definitivamente? É assim que mantemos a convivência com os desafios. Talvez adiamos o enfrentamento por causa das tais prioridades. Só que o mal continua e aparecerá logo à frente.
Costumou-se a supervalorizar qualquer anúncio salvador da Pátria sobre um assunto que prejudica o andamento normal da sociedade no dia a dia. Muita violência? Aplica-se a Intervenção Federal! Assaltos em alta? Libera-se armas para a defesa pessoal do cidadão de bem! Excesso de acidentes de trânsito? Aumenta-se o valor da multa! Ou seja, ainda não aprendemos a combater o problema na causa, muito menos a avaliar os resultados obtidos com a implantação das medidas corretivas. Prevenção não é a palavra de ordem – o negócio é atuar no efeito.
Uma das medidas duras do governo Temer, logo que assumiu, foi congelar todos os investimentos públicos por 20 anos, com a Proposta a Emenda Constitucional 241/55, a chamada PEC da Morte. Em um país onde os investimentos dependem do Governo Federal, as consequências podem dificultar mais do que ajudar. O grande empregador privado nacional é a construção civil, que são totalmente aquecidos por investimentos públicos. Qual é a análise que os renomados economistas fazem sobre isso? E a equipe econômica? Mas se ninguém avaliou...
Os debates exibidos pelas emissoras de TV, entre os candidatos à presidência da República, tentam mostrar ao eleitor como os concorrentes encaram os problemas e quais seriam as soluções. Portanto, o cidadão não precisa mais saber que os problemas existem, mas espera ouvir do postulante ao cargo como vai resolvê-los. Além disso, há uma avaliação sobre o potencial e o histórico de quem se apresenta como alternativa para a solução. Se quem gastou o recurso sem melhorar a situação não avaliou a questão... quem pagou a conta pode mudar de opção.
A importância da avaliação de toda implementação numa administração é ignorada pelos políticos nacionais. Tem-se a impressão de que o objetivo da alocação do recurso é outro diametralmente oposto da expectativa da população que paga a conta. Não fosse isso, por que continuamos debatendo sobre os mesmos entraves décadas após décadas, eleições após eleições, governo após governo? Será que ainda não deu tempo de corrigir os erros e acertar o rumo? Ou vida de político é voltada para outros interesses? Está na hora de uma avaliação séria.


J R Ichihara
18/08/2018

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