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JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA
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Programas, realizações e continuidade
Por: JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA

Mexer em time que está ganhando?


Às vésperas do primeiro turno das eleições para governador, deputados estadual e federal, senador e presidente da República, muitos ainda não sabem em quem votariam para ocupar os postos que comandam o Brasil. Para o cargo máximo, então, os brancos, nulos e não sabem atingem um percentual maior que o de muitos candidatos. Se o voto não fosse obrigatório esse número, provavelmente, seria desanimador para quem milita na política há décadas. Focando na rejeição, os índices externam o grau de insatisfação e credibilidade do eleitor.
Mas o cidadão não pode desistir de tentar mudar o país porque isso só beneficia os que mamam nas tetas do governo há séculos. Que ninguém espere que tudo será corrigido num mandato do eleito bem-intencionado. Um dos candidatos declarou que o sistema atual é excludente porque dificulta o acesso dos que não tem grande representatividade nas Casas Parlamentares. As alianças, para ele, só visam o tempo na TV. Fundou um novo partido porque cada legenda tem um cacique que dificilmente aceita mudanças propostas dos novos filiados.
Quem votou em todas eleições livres depois da Ditadura Militar não tem boas recordações e elogios entre o que os candidatos prometeram e o que realizaram. Tivemos presidente que prometeu acabar com as mordomias; outro que varreria a corrupção da vida nacional. O resultado? Nada mudou um milímetro! Aliás, se trouxermos os escândalos a valores presente, a metástase do tumor maligno se espalhou pelos órgãos da administração pública brasileira. É bem verdade que na era FHC as investigações morriam no nascedouro, portanto merecem um desconto. Mas...
Logicamente não custa nada ouvir as propostas dos candidatos, mesmo os exageros que muitos utilizam no calor da discussão. Algumas entrevistas encantam o telespectador porque preenchem todas as lacunas que satisfazem as suas necessidades. Responsabilidade com o dinheiro público, melhorando a educação, a saúde e a segurança. Quem não quer isso? Acabar com as mordomias nos Três Poderes? Já ganhou meu voto! Simplificar o sistema tributário, eliminando a injustiça no imposto de renda? Esse é o cara! Mas... Combinaram com os demais?
Criou-se o dogma que todo continuísmo é prejudicial à boa gestão pública. Por isso, a cada mudança de governo, principalmente com a chamada alternância de poder, o que vinha dando certo é encerrado e se começa tudo novamente, do zero. Alguém percebe uma medida inteligente nisso? Como se as realizações positivas do adversário político fossem desprezíveis, precisassem sumir do mapa. Por que não dar prosseguimento, inclusive acrescentando melhorias, nos programas exitosos? Qual é a incompetência em admitir que algo foi bem-feito pelos outros?
Infelizmente, para quem já foi iludido nas eleições, o questionamento é uma arma indispensável para o eleitor. Governo, como todos sabemos, não pode exercer o mandato para um nicho específico. Sua função é mais social do que econômica, que o digam os neoliberais convictos. Então, como esperar uma política voltada para os excluídos votando num empresário da atividade manufatureira, num banqueiro, num latifundiário do agronegócio? Que exemplos eles dão para sustentar suas propostas? Administrar uma empresa privada é uma coisa... Já um país...
Por essas e por outras que o extremismo não é a solução para os impasses que surgem na forma de conduzir os interesses das pessoas num país muito desigual. Enquanto uns idealizam uma sociedade onde todos são altamente qualificados, não se explicando por que meios isso aconteceu, outros veem que a maioria está em nítida desvantagem quanto ao ponto de largada na competição. Isso, apesar de muitos debocharem, é a consequência direta da má distribuição de renda que beneficia poucos privilegiados em detrimento dos muitos excluídos. Simples assim!


J R Ichihara
28/08/2018

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