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JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA
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Nas gangorras das pesquisas eleitorais
Por: JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA

Tomara que o sobe e desce ajude na escolha.


O eleitor brasileiro indeciso vê com apreensão o sobe e desce nas pesquisas eleitorais, principalmente dos candidatos à presidência da República. Muitos nem dão atenção à margem de erro que os apresentadores citam na multimídia. Por outro lado, para o que já decidiu votar no Bolsonaro a certeza da vitória no primeiro turno aumenta sensivelmente. Segundo os especialistas, os manifestos promovidos pelas mulheres, repudiando a forma desrespeitosa que ele dispensa a elas, teve o efeito inverso fazendo a preferência subir 4% a seu favor. Por que?
A leitura agora é quem vai enfrentar o líder das pesquisas no segundo turno. Aí a briga pelo segundo colocado direciona as críticas do Bolsonaro para outros que disputam a vaga que pode ser conquistada. Isso é do jogo político, um comportamento normal, compreensível e aceitável em qualquer eleição democrática. Quem se preocupar em relevar agressões nos debates anteriores está perdendo tempo e alimentando decepções sobre as escolhas pessoais. Afinal, os candidatos não precisam se matar em público porque são adversários e não inimigos mortais.
Costuma-se apontar o dedo acusador sobre as alianças feitas em eleições passadas entre alguns que estão em lados opostos agora. Quem não vota em alguém porque discorda radicalmente desse comportamento precisa entender que tudo muda, inclusive a forma de conseguir os seus objetivos pessoais. Será que os extremistas de hoje são os mesmos de ontem? Ou os flexíveis de ontem são os extremistas de hoje? Portanto, se tudo sofre mudanças por que no jogo político, onde isso é fundamental para a sobrevivência, seria diferente? A fila sempre anda!
Mas alguns pontos são imexíveis para o eleitor. Responsabilidade com a verba pública e cumprimento das promessas de campanha, para alguns, são mais importantes que os programas de governo elaborados pelos especialistas em gestão pública. À propósito... quantos realmente leem os programas dos candidatos? Provavelmente muitos nem assistem aos debates para saber o que cada um tem a dizer. Nesta eleição, de forma atípica, a maioria nem está ligando para o que o líder fala publicamente – ele já ganhou, estando certo ou errado o que diz. Então... O que foi?
Todo simpatizante da direita, o neoliberal convicto que quer o Estado longe de tudo que envolve serviços, cita o fracasso da esquerda em vários países, especialmente na nossa vizinha Venezuela e na distante Cuba. Estranho por que não citam que alguns países com excelente qualidade de vida (Coreia do Sul, Japão, Noruega, Finlândia, Suécia e outros) só oferecem isso por causa da presença forte do Governo. Sobre os fracassos, escondem que as duas quebradeiras mundiais (1930 e 2008) foram provocadas pelo celeiro do neoliberalismo, os magos de Wall Street.
Extrapolando para o ambiente externo, onde a diplomacia exige um tom mais ameno e polido no tratamento entre os líderes das nações. Respeitar as tradições e a cultura alheias é básico para um entendimento civilizado. Da mesma forma que a diversidade entre as pessoas é tão indispensável como o ar que respiramos. Para um líder que precisa fortalecer os interesses comerciais, transferência de tecnologia e outras convergências positivas para ambos os lados, com outros países, o comportamento deve mudar? Ou mantêm-se a autenticidade mostrada?
Infelizmente, para quem acha que tudo mudará porque alguém diz o que vem ao encontro da sua insatisfação, após sentar na cadeira mais importante do país, os problemas não sumirão somente com a agressividade das palavras do novo comandante. A habilidade para remover os obstáculos não depende apenas do autoritarismo, da força bruta, da imposição por causa do cargo. Qualquer gestor sabe que lidar com as pessoas, apesar de vivermos cercados de leis para tudo, depende da forma como tratamos os outros no dia a dia. Tomara que a gangorra esteja certa!


J R Ichihara
03/10/2018

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