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Jornalismo
 
"À brasileira"
Por: Yé Gonçalves

Muita gente quer entrar na roda e andar na moda. Estar de acordo com a moda. Quer viver à moda brasileira. É pena que a expressão "à brasileira" tornou-se pejorativa no cotidiano da convivência humana, seja no Brasil seja alhures.

Há pessoas que gritam, "aos berros", exigindo os seus direitos, mas desconhecem os seus deveres. Grande parte das pessoas chega a países, onde a legislação é totalmente diferente da do seu país, e exige os seus direitos, mas nunca leu nem ouviu falar sobre uma lei sequer daquela nacionalidade. No entanto, exige os seus direitos e ignora que primeiramente é necessário o cumprimento dos deveres para com a determinada pátria.

Por que será que isso acontece? Por que será que muitas pessoas andam tão preocupadas com os seus direitos e completamente alheias aos seus deveres? Será a esperteza no famoso "vai ver se cola"?

É o "jeitinho brasileiro" de se conseguir as coisas, de tirar vantagem em cada lance da vida, em detrimento dos outros, das leis e do patrimônio público, etc.

É o famoso "jeitinho" que se tornou a moda brasileira das facilidades, das influências, do lesar a coisa pública e também a particular, do enganar-se e do enganar, do corromper-se e do corromper. É viver à brasileira. Que pena!

É assim na política, no futebol, no comércio, na religião, no vai e vem do cotidiano, onde o que se importa é levar o povo no "papo" e no "balanço", driblando a situação, burlando o próprio juízo, manipulando ideias e a fé das pessoas, burlando as leis do imposto de renda, do trabalho, do trânsito e as leis que regem a natureza e a boa convivência.

É hora de mudar essa realidade. É tempo de cuidar dos nossos deveres e de entendermos que os direitos são consequências dos deveres fielmente cumpridos. É o momento do despertar da consciência para o bem comum, de se priorizar os interesses da coletividade, de transformar a expressão "agir à brasileira" em bons exemplos de exercício de cidadania.

Para isso, temos de fazer a nossa parte como cidadãos, não esperando as soluções prontas da parte governante, enquanto nos divertimos em agressões morais, digladiando uns com os outros, nas redes sociais e no mundo físico da realidade "pé no chão"; mas, levantando-nos objetivamente indo a campo, a fim de dar o nosso testemunho de pessoas de bem que querem o bem para a comunidade, assim por exemplo, fiscalizando o funcionamento dos postos de saúde, do transporte público e de todos os setores do serviço público, denunciando as faltas de atendimento e os abusos dos direitos e outros casos, fazendo das boas ações a moda brasileira, as ações à brasileira.

Ainda é tempo de melhorar o nosso cantinho, a nossa comunidade e o nosso país, de semear a boa semente do hoje e do amanhã, a tal ponto de que todos os povos da Terra tenham boas notícias da realidade brasileira e tenham a coragem de viver e de agir no bom sentido da expressão "à brasileira".

Muito obrigado!





* Hyerohydes Gonçalves dos Santos, vulgo "Yé Gonçalves", escreve também na revista eletrônica O Consolador e no Portal do Espírito da Fundação Espírita André Luiz - FEAL.

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