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Jornalismo
 
A Seleção sem Neymar
Por: YÉ GONÇALVES

Sem Neymar, a seleção brasileira masculina de futebol, categoria principal, sagrou-se, ontem, domingo (7), campeã, pela nona vez, da Copa América, derrotando a equipe peruana pelo placar de 3x1, permanecendo atrás do Uruguai (15) e Argentina (14).

Durante a referida competição, a equipe brasileira foi se acertando e formando espírito coletivo, não se deixando abater pela ausência do jogador Neymar, considerado, pela maioria, a estrela do time. A sua ausência foi perfeitamente suprida pelo craque Everton, o Cebolinha, que deu conta do recado e com sobra, tornando-se o artilheiro do certame, juntamente com Paolo Guerrero, a estrela da seleção do Peru, no total de três gols cada.

Assistimos, ainda, à premiação, de o melhor da competição, ao lateral Daniel Alves, erguendo o seu quadragésimo título da carreira e o primeiro como capitão da seleção brasileira; à exuberância da arte futebolística de Gabriel Jesus; à tranquilidade do maestro Tite e dos demais integrantes da equipe; e, não devemos deixar de registrar, nesta matéria, a garra e a vibração da torcida que marcou presença, lotando o Maracanã com alegrias e cores, e, também, dos torcedores que acompanharam diretamente de suas casas, dos bares e de todos os lugares.

É a nova geração. É hora de, mais do que nunca, colocar a bola no chão, salto baixo, deixar a humildade falar mais alto e trabalhar, valorizando esses atletas e de olho em outros, para as próximas competições e, é claro, para as próximas conquistas, sem depender de um único jogador.

O certo é que é triste a seleção que tem essa dependência; pois, é fato, que sem Neymar a Seleção jogou mais solta, sem burocracia, mais livre e com os jogadores mais confiantes no que estavam fazendo.

Que a seleção brasileira possa voltar a jogar com Neymar e continuar conquistando muitos títulos, jogando o seu futebol elegante e para frente, como se estivesse jogando sem Neymar.

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