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Artigo
 
Paz de espírito – e o elixir da felicidade
Por: Marlene Nascimento

Certos momentos de felicidade podem ser enganadores. Muitas pessoas conseguem sentir (falsa) felicidade fazendo uso de drogas, sejam elas lícitas e/ou ilícitas. Certa mulher pediu para uma amiga levar aquela sua amiga no barzinho com karaokê, por ser a amiga da amiga uma pessoa muito animada. Sim, animadíssima... Após bons copos de cerveja!

Similar tipo de conduta não traz felicidade. No dia seguinte à bebedeira, segue-se ressaca e mal estar. A pessoa fica deprimida, mal humorada, irritadiça, rabugenta. Paz de espírito, aquela paz que gera felicidade dos sentidos, é algo que não se pode enganar ou alcançar com o uso de falsas emoções, como felicidade criada por subterfúgios existenciais.

Evidentemente que a as tensões e frustrações do dia à dia são pontes de difícil travessia entre dias aborrecidos e dias gentis. Porém, se existem momentos negros, existem momentos bonitos, iluminados. Ter e sentir paz de espírito é um processo de difícil busca. É o reconhecimento da nossa verdadeira condição psíquica, do nosso estado emocional. Trata-se de encontrar e armazenar as nossas melhores sensações, cultivando as melhores emoções no nosso amago.

Algumas pessoas que pensam estar depressivas podem estar apenas precisando diminuir a ansiedade, amansar passos e pensamentos acelerados, respirar e inspirar serenidade, encontrar o estado pleno de paz espiritual, aquele estado que traz bem estar psíquico onde quer que se encontre; seja na solidão do seu quarto, em passeios com a família, na festa de arromba, ou realizando um projeto tão sonhado.

Fortalecer-se de paz de espírito não é iludir-se com o uso de alucinógenos, não é ter muito dinheiro, não é procurá-la a qualquer preço. Também não a conseguimos da noite para o dia. É um processo longo, demorado. Requer algo de dentro, algo que brinca de esconde-esconde conosco, infiltrado no nirvana de nós, que uma vez alcançado permite que nos livremos dos nossos tormentos mentais.

Do amanhecer ao anoitecer o nosso coração nos pede a pureza da serenidade, da prece e da alegria. Busquemo-la. Será assim que o beber consciente de um vinho, de um licor, de um whisky, enfim, de quaisquer bebidas, atuará na essência humana como o elixir da felicidade.

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