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Antuérpio Pettersen Filho
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Hidrelétrica Itaipú: "Fazendo caridade no chapéu dos outros..."
Por: Antuérpio Pettersen Filho

Dando cumprimento a “Promessas de Campanha”, o Presidente Fernando Lugo, do Paraguai, cerca de um ano depois de eleito, aproveitando-se da Reunião dos Membros do Mercosul, em Assunção, essa semana, atraindo o Presidente Lula para o seu lado da fronteira, conseguiu, aparentemente, o que nem Solano Lopes, o Grande Ditador Paraguaio do Século XIX, com todo o seu Exército, alinhado na fronteira de Mato Grosso do Sul, há cerca de cento e cinqüenta anos atrás, conseguira fazer, subjugando o Brasil.
É que, tendo como pano-de-fundo a aparente harmonia de “Los Hermanos”, ao acordarem, Brasil, Paraguay, Argentina e Uruguai, sobre a possível conversão das suas moedas locais, Peso e Real, nas trocas internacionais, entre si, em substituição ao Dólar, reforçando, assim, a posição e integração do Bloco, finalmente, o Presidente Paraguaio, Fernando Lugo, Ex-bispo da Igreja Católica, unanimidade nacional paraguaia, e de tendência política partidária próxima a do próprio Presidente do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, e o seu famigerado Partido dos Trabalhadores, pelo menos, até que estouraram os Escândalos Sexuais de Lugo, quem, ainda como Membro da Igreja Católica, e celibatário, mostrou para as suas jovens seguidoras paraguaias o que traz debaixo da Batina, engravidando algumas delas, conseguiu, entretanto, traçar as linhas gerais de uma possível “Concessão” econômica do Brasil ao seu Governo, combalido, ao renegocias as bases do Tratado de Itaipu, assinado há cerca de trinta anos atrás, que deu origem a maior Usina Hidrelétrica do mundo, a Itaipu Binacional, de quem são ambos os paises sócios.
Detentor de uma estagnação econômica histórica, causada, tanto por motivos que são culpa da própria fragilidade das instituições políticas paraguaias, como também herança do Colonialismo Espanhol, o Paraguaiy, do seu lado da fronteira, quem entrou no “Negócio” (Itaipu) apenas com “a cara e a coragem”, embora dono de 50%, tendo o Brasil suportado todo o ônus financeiro e custos de engenharia, comprometeu-se, ainda segundo o Tratado, a vender toda a energia excedente, não utilizada por ele, ao Sócio/Brasil, conforme os termos do Acordo, ainda nos Anos Setenta.
Ora assediado pela “Hermana Argentina”, envolta em profunda crise econômica, e, ainda assim, de abastecimento de gás e eletricidade, o Paraguiay, que consome apenas 5% da produção de Itaipu, quer revisar, abruptamente, o Acordo, cujo prazo original se estende até 2023.
Contando com a generosa compreensão do “Amigo Lula”, Lugo, mirado no exemplo da Bolívia, de Evo Morales, quem nacionalizou e expropriou usinas petrolíferas, e de gás, da própria Petrobrás, sempre contando com a vista grossa, e compreensão do, também, “Amigo Lula”, sob frágil argumentação de que o “Povo Paraguaio” é miserável e pobre, como se não fosse essa, também, a realidade crassa de grande parcela do nosso próprio Povo brasileiro, Fernando Lugo, espera, com tal medida, ver seu Projeto de Governo, finalmente, decolar, tirando o Paraguay da incomoda posição de Grande Feira Livre Internacional, da pirataria e da falsificação, da qual se tornou entreposto.
Sem saber, ainda, ao certo, os termos sombrios da tal “Jogatina”, na qual se rasga Tratado Internacional, legítimo e histórico, o Brasileiro, solidário e pobre, do lado de cá da Fronteira Tríplice, aguarda esclarecimentos, a medida que, também espera ver o medidos de tarifas do seu Padrão Elétrico de Luz, injustificavelmente, por parcimônia do seu Presidente da “República Lula”, aumentar a Tarifa de Energia.
Isso é chocante (Duque de Caxias, que venceu a Guerra contra Solano Lopes, deve estar se remexendo em seu Panteão):
Por muito menos os Americanos derrubariam o Governo, ou mandariam os Mariners...

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