A casa dos grandes pensadores

Bem-vindo ao site dos pensadores!!!

| Principal |  Autores | Construtor |Textos | Fale conosco CadastroBusca no site |Termos de uso | Ajuda |
 
 
 

 

Antuérpio Pettersen Filho
Publicações
Perfil
Comente este texto
 
Jornalismo
 
F-18 SUPER HORNET BRASILEIROS ???
Por: Antuérpio Pettersen Filho

AVIAÇÃO MILITAR : “F-18 SUPER HORNET BRASILEIROS ???”

Por :Pettersen Filho

Ilhado em seu “Gigantismo”, na América Latina, ao contrário dos seus “Hermanos”, de ascendência Espanhola, da mesma Península Ibérica Européia, que, guardou profundas divisões, culturais e políticas, entre Espanha e Portugal, determinando paises e costumes diferentes, o Brasil, diverso da América Bolivaríana, tão acertadamente sonhada por Simon Bolívar, ora propagada por Hugo Chaves, manteve-se, territorialmente, uno e coeso, ao invés de se dissipar em várias pequenas, e grandes, repúblicas, como a América Espanhola: México, Panamá, Argentina, Equador, Peru, e outros mais.
Assim, “deitado eternamente em berço esplendido”, sem inimigos relevantes, próximos, como bem referencia o seu Hino Nacional, ao fazer fronteira com todos os paises da América do Sul, de menos o Chile e Equador, ocupando-lhe cerca de 50% do Território, e outros cerca de 50% da População, o Brasil sempre foi olhado, meio que, com ciúmes, e temor, pelos demais paises do Sub-continente, há poucas centenas de quilômetros do Oceano Pacifico, via Rio Amazonas e Peru, e há outras poucas centenas de quilômetros da Patagônia e Caribe, o que o fez manter-se, relativamente, desarmado, sem maiores ambições expansionistas, sem, mesmo, conseguir ocupar, na integralidade, todo o seu próprio território.
Diferente do Chile e da Venezuela, quem detêm aviões F-16 Americanos, Top de Linha, há mais de uma dezena de anos, o Brasil, pelo seu próprio gigantismo, nunca se preocupou, muito, em renovar a sua velha frota de velhos jatos, F-5 Tiger, da Northop Americana, comprados ainda na Década de Setenta, e, igualmente ultrapassados jatos Mirage III, Franceses, também do Século Passado.
Foi somente nos finais de 2004, prestes a deixar o Poder, que o Presidente Liberal, Fernando Henrique Cardoso, abriu, finalmente, Concorrência Internacional para viabilizar a Produção, e Transferência de Tecnologia, para o feitio de um Avião de Caça, no Brasil, o chamado Programa F-X, logo cancelado pelo Presidente Lula, ao assumir o Governo.
Posto na gaveta, anos a fio, enquanto a Venezuela viu seus F-16 ficarem retidos no solo, devido a diferenças políticas entre o Norte Americano George Bush e Hugo Chaves, ante a falta de peças de reposição e Bloqueio Americano, o Brasil, aos poucos, foi recondicionando, na Embraer – Empresa Brasileira de Aeronáutica, seus velhos, e ultrapassados, F-5, longe de iguala-los, em desempenho e armas, aos recentemente comprados SU-35 Soviéticos da Venezuela, de inegável superioridade aérea em toda a América Latina.
Contudo, tal quadro está prestes a mudar:
É que diante do embaraço causado pela instalação de cerca de Sete Bases Norte-americanas na Colômbia, e, buscando “adular” um Brasil adormecido, recém desperto pela Intervenção Americana, no que seria a sua natural Seara Política, agora, como quem dá balas às crianças, os EUA, nas palavras do seu General Enviado para apaziguar os ânimos, Jim Jones, essa Semana, oferecem o repasse da tecnologia dos seus poderosos F-18 Super Hornet, da Boeing, ao Brasil.
Oferta, ademais, que deve ser vista com desconfiança, diante da reativação pelo Governo Lula do Programa FX, da FAB – Força Aérea Brasileira, que visa construir 36 caças no Brasil, com transferência de tecnologia, Programa, inclusive, para o qual concorrem a Rússia, com Sukois, a Suécia, com o Grifem, a França, com o Rafale e os próprios EUA, o Programa, na pratica, contraria a sistemática de Segurança Nacional que o Brasil pratica, desde a Década de Sessenta, quando criou a Embraer, então estatal, e começou a fabricar, sob licença, os velhos AMB Xavante, Italianos, e posteriormente o AMX, também de projeto/construção Ítalo/brasileira, buscando independência no setor.
Ora, comprar e produzir armas, não é como importar automóveis Mercedes Bens ou Calças Pierre Cardin, posto que a Industria Bélica também é movida por combustível político.
Assim é que, quando o Irã, do Xá Reza Parlevi, Aliado dos Americanos, caiu nas mãos dos Aiatolás, em 1979, os EUA pararam de fornecer peças de reposição para os F-14 Tom Cat Americanos, retendo-os, até hoje, no chão, por falta de Teto Político entre os dois paises.
Isso é muito sério.
Penso que, não será agora, mediante a Crise das Bases Americanas na Colômbia, em que a América Latina arrisca-se a entrar numa nova Crise dos Mísseis, em Cuba, 1952, quando a antiga URSS apoiou o outro lado, é que os Americanos, benevolentemente, vão nos favorecer, com os seus, já, envelhecidos, F-18 Super Hornet, prestes a serem substituídos pelo novíssimo F-22, nos EUA, em troca da aceitação das tais Bases.
O Presidente Nixon, nos Anos Setenta, quando visitou a China Comunista, no processo de aproximação, ao vender tratores à Mao Tse Tung, teria dito que preferia haver vendido Filmes, ou Coca-cola, aos Chineses.
Quem hoje vê o Gigante Vermelho acolossar-se, por certo sabe o quanto ele estava correto.
Com Bases e homens na Colômbia, os EUA estarão a menos de meia hora de vôo de Manaus, no Coração da Amazônia, ou nas Ante-salas do Palácio do Planalto, do outrora, Esquerdista Lula da Silva, o Presidente da Vez, ou o que lhe sobrevier.
Nesse caso, os F-18 são inadmissíveis:
Enfim, como balas jogadas às crianças...!

 Comente este texto
 

Comentário (0)

Deixe um comentário

Seu nome (obrigatório) (mínimo 3, máximo 255 caracteres) (checked.gif Lembrar)
Seu email (obrigatório) ( não será publicado)
Seu comentário (obrigatório) (mínimo 3, máximo 5000 caracteres)
 
Insira abaixo as letras que aparecem ao lado: MNXN (obrigatório e sensível. Utilize letras maiúsculas e minúsculas;)
 
Não envie mensagem ofensiva e procure manter um intercâmbio saudável com o seu correspondente, que com certeza busca dar o melhor de si naquilo que faz.
Seu IP sera enviado junto com a mensagem.