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Antuérpio Pettersen Filho
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Jornalismo
 
QUAL A CARA DA CRISE NO SENADO ?
Por: Antuérpio Pettersen Filho

“NÃO TEM SARNEY, NÃO TEM RENAM. É LULA”: QUAL A CARA DA CRISE NO SENADO ?

Por : Pettersen Filho

Pronunciada, em alto e bom tom, bem no Cadafalso da Tribuna do atual Senado da República Federativa do Brasil, pelo Sexagenário Senador Pedro Simon, do Rio Grande do Sul, pessoa insuspeita na Vida Pública brasileira, desde a Revolução de 1964, a que se opôs, logo nas primeiras horas, e que castrou os Direitos Políticos no Brasil, por quase vinte anos de “Trevas”, passando pela Redemocratização, “Diretas Já” e Impeachment do Presidente Collor, a frase acima: “Não tem Sarney, não tem Renam. É Lula.”, parece colocar em Xeque, no Brasil, o próprio Sistema Democrático de Governo, assim, dita, por um de seus mais ardorosos defensores:
O próprio Pedro Simon.
Reverberando como uma espécie de Libelo Acusatório, a que, aparentemente, nesse ultimo mês, se furta realizar o próprio Ministério Público Federal, logo, também, colocado em inerte suspeita, já que a ele cabe a Defesa do Ordenamento Jurídico e dos Direitos Indisponíveis, o tom em que foi proclamada, parece apontar, de uma só vez, tanto o Autor, como também o Crime e a Materialidade da ofensa, ingredientes mais do que indispensáveis a qualquer boa Denúncia-crime, eventualmente ofertada contra os protagonistas da atual “Crise”, a que está submerso o Senado Federal, diante da “Regência” do Velho Maestro Sarney, também, como Simon, embora em lados opostos do Salão, personagens já tarimbados da República, quem passaram, ademais, pelas mesmas Ditadura, Abertura e Impeachment, incólumes, ora revidados nos atuais Passamentos do Senado.
Por seu turno, a “Sagaz” OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, sempre antenada ao momento político por que passa o Brasil, a mesma Ordem, que, outrora ruidosa, calou-se, nos momentos mais ferrenhos da Ditadura Militar, em que os fóruns e tribunais do País, diante dos coturnos, tornaram “Sim Senhores do Silêncio” e da “Covardia”, pelo seu Presidente do Conselho Federal, Cezar Britto, trata logo de colocar a Boca no Trombone, pedindo a Renúncia de todos os Senadores, tanto o “Joio” como o “Trigo”, colocados em um Saco comum.
Contudo, como bem identifica Pedro Simon, ao descrever o Retrato Falado da Crise: “Nem Sarney, nem Renam.”, essa, tem Cara, Cabelo, Barba e Bigode(além de faltar-lhe um dos dedos polegares):
Está, na verdade, ora, assentada, bem do outro lado da Praça dos Três Poderes, bem de frente ao Senado Federal da República, com “Trono” e “Cetro de Poder”.
É que, como “Nunca, antes, na História desse País”, como bem gosta de repetir o Presidente Lula, diante das suas supostas realizações, e bravatas, comparando-se aos Grandes Mandatários Nacionais, Dom Pedro II, ainda no Império. Getúlio Dornelas Vargas, no Estado Novo da Década de Trinta, e Juscelino Kubscheck, na República Nova, jamais, antes, o Palácio do Planalto, leia-se, o Poder Executivo, capitaneado pela inquestionável Popularidade do Presidente Lula, “Jamais, antes, na História desse Pais”, ingeriu, tanto, nos demais Poderes da República, traçados ainda por Nicolau Maquiavel, na França Revolucionária do Século XVIII: Executivo, Legislativo e Judiciário (Independentes e Autônomos), tornando, assim, o Jogo Republicando, numa malfadada troca Promiscua de interesses, não confessáveis, entre os Três Poderes.
Enfim, fazendo da sua vontade pessoal, de manter o “Dinossauro Sarney”, à frente da Casa, mesmo diante da extrema perplexidade da Opinião Pública, ainda que, reconheçamos, vista, ilegitimamente, insuflada pela “Grande Imprensa”, ou pela “Minoria com Complexo de Maioria”, como informa o Senador Alagoano Renam Calheiros, a verdade é que, Lula, ao associar-se ao Velho Caudilho Sarney, diante de fatos; e nefastos, tão eloqüentes contra o atual Presidente da Casa, e alguns de seus mais imediatos Asseclas, e, ao andar, de mãos dadas, no Poder, com seus mais Antigos Desafetos, o Ex-presidente Collor de Mello, o próprio Ex-presidente da República, Sarney, e Renam Calheiros, quem representam tudo de Velho e Imoral, desde a Velha República (Nepotismo, Cartorialismo, Clientelismo, e outros”Ismos”),diante dos Olhos do Povo, menos leigo e faminto, a fora o “Bolsa Família $A”, trás a tona, pelos próprios protagonistas, Senadores da República (“Coronéis de Merda” e “Capitães do Mato”, segundo suas próprias palavras, e ofensas, reduzidas a termo, em Notas-taquigraficas, nos anais do Senado), tudo o que é Moralmente Deplorável e Politicamente Inaceitável, no Brasil Moderno.
Imaginando-se, contudo, como uma Ilha de Virtude, no “Mar de Merda” que parece se converter Brasília, o Presidente Lula, não percebe, no alto da sua vaidade, que, por muito menos, em 1964, os Sargentos cercaram, e fecharam o Congresso Nacional, em Brasília, o que desandou no Golpe de 1964...
Se o Marechal Deodoro da Fonseca, à época, o equivalente ao Ministro do Exército, soubesse que ia dar nisso, aos 15 de Novembro de 1889, provavelmente, ao cruzar o Passo Imperial com a sua “Eguinha Pocotó”, e, traindo o seu, amigo, o Imperador, naqueles dias, o equivalente de Lula, no Poder, por certo, teria ficado em casa, de cuecas, comendo bolinhos de arroz...
Assim, provavelmente, jamais teria Proclamado a República:
Ora com, Cara, Cabelo, Barbas, Bigode, e, Pterodátila.

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