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Haroldo Pereira Barboza
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Cidadão protegido
Por: Haroldo Pereira Barboza

Fonte: BANDNEWS-FM – set/2009
Um morador da favela do Barbante (RJ) denunciou à polícia algumas atividades ilícitas de milícia que domina a região. O grupo criminoso espancou e torturou algumas pessoas que se recusavam a obter “serviços” oferecidos pelo bando (gás em bujão, net pirata, etc) a custos 20% mais caros que nas empresas especializadas.
O denunciante ficou incógnito durante o processo policial. Mas na fase judicial, seu nome e endereço caíram nas mãos do advogado do bando. A Lei (?) permite isto, mesmo para quem faz parte do programa de proteção à testemunha.
Sete pessoas da família do denunciante foram chacinadas. Ele escapou por 2 minutos de atraso.
O programa de “proteção” à testemunha “oferece” outra identidade, moradia menor, água potável a 50 m da residência e emprego cuja remuneração não passa de 2 salários mínimos. No caso em questão, o denunciante tinha salário de quase R$ 3.000,00 antes de prestar o corajoso ato de cidadania. Hoje ele tem de fazer “bicos” na área de alvenaria, hidráulica e eletricidade. Além de viver em condições precárias.
HPB pergunta: se você souber que na casa ao lado mora um casal que todo mês seqüestra crianças e depois de receber o resgate as afoga no mar, fará registro na polícia e entregará as possíveis fotos que comprovem sua denúncia?
Por isto a impunidade se alastra em nossa terra. E os legisladores estão preocupados apenas com a fatia que lhes caberá no “pré-sal”.
Haroldo P. Barboza
Autor do livro: Brinque e cresça feliz!

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