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Jornalismo
 
ATOS E FATOS
Por: Tolentino e Silva

Por: Tolentino e Silva


Ato 1 - Manifestação da vontade humana; ato de bondade, de caridade.
Ato II - Cada uma das partes em que se divide uma peça de teatro, um balé etc.
Ato III - Documento escrito em que se expressam as decisões da autoridade, edito.


Fato I - Vestuário, exceto de cor branca.
Fato II - Rebanho, pequena manada.
Fato III - Ato, ação, feito.



Essas duas palavrinhas fazem parte do nosso cotidiano. São tão pequenas, mas que dependendo da forma, intenção e da origem, podem causar danos irreparáveis.

Comecemos pelos atos: Ato I - A sociedade tem vontade de... com bondade, ela faz caridade.
Ato II – Às vezes, certos comportamentos, expressões, aliadas ao sarcasmo e ironia, aos olhos e sentimentos dos outros, principalmente quando esses outros são os alvos, parecem mais atitudes de jograis. Ato III – Os editos nem sempre são egrégios. Carecem de questionamentos.

Fato I – Aparentemente este fato nada tem a ver com ideal de ninguém, mas tem a ver com a posição social.
Fato II – O rebanho aqui representa o povo
Ato III – Aqui está o segredo de tudo de bom e ruim que acontece na vida social e política de um povo.

O ser humano sempre se manifestou e deu sua opinião a respeito disso ou daquilo. Nem sempre suas idéias e aspirações foram ouvidas. Há casos em que a frustração é tão grande que causa desânimo lutar por um ideal.
Desde que o mundo é mundo, há súditos e reis. Contudo, colocando-nos apenas na era cristã, será que já não foi tempo suficiente para aprendermos a lição? Já se passaram dois mil anos e não houve progresso no aprendizado? Até parece que para muitos a vinda do Salvador foi inútil! Entrementes, lamentavelmente os senhores e capitães-do-mato continuam tomando decisões alheias à vontade do povo.

ALGUNS EXEMPLOS MAIS RECENTES

Collor de Mello – Natural do Estado de Alagoas, onde predominou a lei da força desde a escravatura. Foi eleito presidente da República à custa das mais sórdidas mentiras e difamações, principalmente contra o atual governo Luiz Inácio Lula da Silva e sua família. Ficou conhecido como “caçador de marajás”, ou seja, caçador de si mesmo, pois era e é um deles. Cometeu vários crimes contra o povo. Os mais graves foram: Mentir e enganar, formar quadrilha junto com Paulo César Farias, o (PC) e confisco do dinheiro do povo através do bloqueio de saques nas cadernetas de poupança. Por sua causa morreram: mãe, irmão, “amigo” PC e outros do seu próprio meio, sem contar com os que se foram devido ao choque tomado com o confisco. Aquelas pessoas guardavam seu dinheiro, confiantes de que o suposto “caçador de marajás” fosse realmente uma pessoa séria, conforme apregoou aos quatro cantos do país. Foram tantos processos contra ele que deu para encher uma carreta. Mesmo assim foi absolvido de todas as acusações, sofreu apenas o impeachment, ficando inelegível por oito anos. É bom lembrar que quem o julgou nesses processos, se é que foram analisados, foram os mesmos juízes por ele nomeados. Não acredito que tenha sido destituído do cargo pelos “caras-pintadas”, estudantes que invadiram as ruas de Brasília e a praça do Congresso Nacional dizendo “fora Collor”. Houve também muito interesse político por trás desse ato. Talvez porque ele não quisesse partilhar com os deputados e senadores os valores arrecadados através de confiscos e falcatruas. Comentou-se também na época, que ele desejava fechar o Congresso Nacional. Talvez esse tenha sido o motivo maior da sua invalidação.

Mesmo tendo prejudicado tanto o povo, seus concidadãos o elegeu senador da República por Alagoas. Chegou de mansinho, como quem nada quer e de repente, começou a colocar, as mangas de fora e dar palpites onde não era chamado. Sua primeira atitude, diga-se de passagem, com muito cinismo, foi conquistar a confiança do presidente Lula, mesmo depois de tê-lo humilhado tanto durante debates televisivos e o colocado em situações constrangedoras diante da sua família.

PEQUENAS NOTAS DE JORNAIS DE GRANDE CIRCULAÇÃO

HOJE EM DIA Nº 7521 DE 27/06/2009, sob o título “PÉSSIMO ALUNO” – “O senador Fernando Collor de Melo não aprendeu nada. Entusiasmado com as facilidades que encontrou no Senado, tem usado o dinheiro público para pagar aos seguranças da Casa da Dinda (sua residência no Lago Norte, bairro privilegiado em Brasília), e comprar quentinhas para os seus empregados. A farra deverá ser suspensa na semana que vem..”.

HOJE EM DIA Nº 7562 DE 07/08/2009, sob título “COLLOR) – “Lembro-me do Collor acusando seu irmão Pedro de usar cocaína. Ele ainda falava: “é só olhar os olhos esbugalhados dele para ver que falo a verdade”. – e os seus olhos esbugalhados, Collor, também são os olhos de quem cheira cocaína? Você foi “corrido” do Governo pelo povo brasileiro, que moral você tem para atacar o senador Pedro Simon? Você e Lula chamavam Sarney de ladrão; hoje, estão aliados de primeira ordem. O que mudou? É até engraçado ver Renan Calheiros, Epitácio Cafeteira e Wellington Salgado atacarem os senadores Pedro Simon e Cristovam Buarque. Com a moral enlameada que aqueles três, mais o Collor, Sarney e seus defensores têm, seria cômico se não fosse trágico, muito trágico para a política brasileira ver que é nesse tipo de gente que nós votamos”. (Geraldo José Bohessef – por e-mail).

Em resumo: Os fatos foram as causas dos atos.

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