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Antuérpio Pettersen Filho
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AQUECIMENTO GLOBAL : FALSO OU VERDADEIRO ???
Por: Antuérpio Pettersen Filho

AQUECIMENTO GLOBAL : “FALSO OU VERDADEIRO ???”

Por : Pettersen Filho


Quando reunirem-se, essa semana, em Copenhagen, na Dinamarca, o supra-sumo das principais potências econômicas mundiais, defendendo, com dialetos e idiomas próprios, cada um sob o seu ângulo de vista, e ambição particular, a manutenção do Clima no Planeta, estará, definitivamente, formada, numa alusão bíblica, a Torre de Babel, construção mítica, jamais levada a cabo, devido ao desentendimento entre as nações, a versão moderna da grande Babel Mundial.
Planeta, Organismo-vivo, desde o seu advento, que teve como paisagem de fundo, e condição de ingresso da vida no Planeta, o calor, próprio dos Vulcões, onde a rocha magma se cristalizou, dando vida aos dinossauros, depois, sucumbidos pelo gelo, segundo os especialistas, decorrido do suposto choque de um grande meteoro com o Planeta, a Terra, desde o sempre é um Ente-vivo, em constante mutação, quem respira, transpira, soa e espirra...
... ameaçando, de vez, a remover-nos de sua epiderme !
Assim é que, munidos de proposital inocência, enquanto os cientistas, ao seu turno, alguns, afirmam em tom apocalíptico, que, “estão contados os dias no Planeta”, porquanto, outros, cada um com sua planilha, e motivação política em punho, de outro lado, na verdade, informam que a Terra está, é, resfriando, as principais nações do Mundo reunir-se-ão para debater o Clima do Planeta, sob estrita observação dos movimentos ambientalistas mundiais, e por quê ? não dizer, sob a batuta dos principais grupos econômicos internacionais, de olho em possíveis restrições que aplaquem, ou diminuam-lhes, o livre arbítrio, e poder, de realizarem, em suas cadeias produtivas, verdadeira lambança.
Dessa forma, enquanto os ditos, “entendidos”, não se entendem, o homem comum, esse que pega o ônibus lotado em São Paulo, na periferia, enquanto se dirige ao trabalho, em capitais completamente engarrafadas e poluídas, Planeta a fora, sem a clemência de um misero ar condicionado, esse, ao passo que respira, cada vez mais, doses e mais doses de monóxido-de-carbono, misturado ao chumbo pesado, que faz a sanha das multinacionais do combustível fóssil, a Petrobrás dentre elas, esse, sequer precisa do endosso de um cientista qualquer, lá da Alemanha ou do Japão, para constatar que o seu saco, e ovos, já estão, há muito tempo, fritando...
Discursos enristes guardados no smoking, ávidos a figurarem bem na foto clássica do evento, em meio a muito “bla-bla-blá oficial”, desde Barack Obama, dos EUA, Poluidor Mor do Planeta, à custa de quem mantêm o conforto e a fanfarrice dos lares americanos, e seus carrões bebedores de gasolina, até a China, do Presidente Hu Jintao, novíssima candidata ao Clube dos Bacanas, bebedores de uísque e champagne francês, enquanto fomenta o seu processo de industrialização, ao preço da queima colossal de muito carvão, e da degradação ambiental, ademais, cada qual, comparece ao evento defendendo interesse próprio, geralmente, egoístico e não-confessável.
Então, posto na mesa o Tabuleiro da Convenção Climática, fadado a repetir o fiasco ecológico de Quioto, no Japão, há alguns anos atrás, a verdade é que existe na “questão climática” uma profunda, e histórica, cisão, a mesma e clássica, que vem desde a época das Grandes Navegações e do Colonialismo, em que, novamente, munidos do interesse de preservar a sua vanguarda econômica, e industrial, agora, discorrendo outro discurso, e não mais o da catequização dos povos bárbaros, como nas Cruzadas, mas, sim, atrás de novos e cativos mercados, objetivando não transferir de hemisfério as suas riquezas, as Nações Desenvolvidas da América do Norte e da Europa, aterrorizadas com o pseudo, mas real, discurso do Fim do Mundo, querem impedir que paises menos desenvolvidos, como Índia e Brasil ingressem, com suas economia e industria, nas barras do Século XXI, tudo, via quota de emissão, e outras armadilhas de apego ecológico.
Particularmente interessado em converter a sua quota de preservação ecológica, em Crédito de Carbono, traduzido por ajuda financeira internacional, em troca da conservação, por exemplo, da Floresta Amazônica, o Brasil, com muita lenha para queimar, parece que vai defender o Tratado, que torne tal regra obrigação.
Contudo, interessados em defender outros pontos de vista, EUA, China e Índia, outros grandes poluidores, parecem, definitivamente, não estarem dispostos a pagarem tal preço...
Enquanto isso, na “Construção” da Torre de Babel Climática, onde cada um fala idioma diferente, o Mestre da Obra, seja ele quem seja, encarregado de erigir a “Construção”, em nome da preservação da vida humana na Terra, contudo, sem ser muito bem compreendido pelos “Operários”, de diversas nacionalidades e credos políticos, ao solicitar que coloquem mais cimento na massa, proclama:
“ Stanas pana canas, sbrutchi canas, prush reich !!”...
O que não quer dizer, em idioma algum, coisa nenhuma, para ninguém ! ,

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