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Amor
No silêncio interior, um sussurro,
como um aviso atrevido.
Baixinho, suave e seguro,
perfeito, meio pé de ouvido.
Amor coisa boa, matreira,
Florescem jardins da alma.
Criam ilusões, a gente perde as estribeiras,
esperando sempre que acabe em cama.
Sintonia na nossa canção de alma,
do, ré, mi, fá, lá e muito sol.
Como numa orquestra, sinfonia calma,
serenamente como canto de rouxinol.
Viemos de eras passadas,
buscando elos perdidos.
Nossas almas partidas,
se ardem buscando sentido.
Sandrah
Publicação:
www.paralerepensar.com.br
- 15/06/2007


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