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Aristides de Albuquerque Meira Neto
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Poema
 
Sangue.
Por: Aristides de Albuquerque Meira Neto

Meu sangue é tão azul quanto o seu
Seu sangue é tão vermelho quanto o meu
O que corre nas nossas veias são iguais
Pois nós somos apenas animais
Que nos consideramos racionais
Mas não vemos que somos todos iguais
Escravizando a nós mesmos para fazermos comércio
Nosso sangue servira de adubo para as plantas do cemitério
Mas garanto que nenhum urubu
Recusara comer sua carne molhada de seu sangue azul
Se a justiça é cega para ela o sangue é incolor
As vezes acho que justiça não existe
E talvez não exista ainda.

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