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Pablo Araujo de Carvalho
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Poesia
 
A Balada do Luar
Por: Pablo Araujo de Carvalho

Corro pra noite, corro pro luar,
Da noite sou eterno cúmplice,
Há horas a caminhar.

Caminhar sem rumo,
Caminhar na solidão,
Há procura de um amor perdido,
Chorando na calçada o amor subtraído.

Vou consola-la,
Vou roubar o seu amor
Também vou deixar que me roube
Pois nessa eterna troca de sentimentos,
Sempre roubamos
E sempre estamos sendo roubados.

É na delicia desse amor bandido,
Que as vezes somos baleados,
Por um tiro certeiro e ficamos calado
Caído na calçada imóvel e estatelado.

Esperando que venha alguém me consolar,
E ai vou deixar que roubem meu amor
E vou rouba-la também,
Pois nesse eterno jogo de perde e ganha,
Em verdade não se perde e nem se ganha
Se vive!

Corro pra noite, corro pro luar
Há procura de um novo amor
Para ser baleado ou balear?

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