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Maria Carmem Gomes de Oliveira
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Poema
 
Solidão
Por: Maria Carmem Gomes de Oliveira

Hoje compreendo a solidão da noite,
Das manhãs insones, das tarde vazias;
Não importa o tempo, não importa as horas elas não vão lhe preencher;
Ainda que vc venha me buscar, esse tempo é seu e não volta; e não importa a melancolia o mundo lá fora não vai se importar.
Nada lhe preenche e tudo lhe prende, a lentidão é sua porque é interna, é ligeira. Porque é de fora.
Não importa o tempo lá fora; e o que há lá fora? Quando a dor é dentro de vc? Que medo é esse que lhe apavora.
Acho que me arrisco por nada. De onde veio a honestidade? E com que? E com quem? Quantas perguntas que nunca terão respostas. Serei condenada a ficar assim nesse vazio? De resposta? Mais principalmente de ação?

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