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PAULO ROBERTO MARTINS SILLES
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A REALIDADE
Por: PAULO ROBERTO MARTINS SILLES

Todos nós sabemos, porém apenas uma minoria aceita dialogar sobre a dura realidade que impera em nosso país.
Somos conhecedores também, de que há poucas alternativas para os atingidos pela exclusão da escola. O destino da grande maioria é aceitar os trabalhos mais duros, de remuneração mais baixa e com maior risco de desemprego na hora da crise. Assim sendo, podemos dizer, que um povo sem cultura passa pela vida como um cego que tenta caminhar normalmente, em meio às multidões, sem guia e sem bengala...
O desemprego constitui, hoje, um dos males mais graves das sociedades subdesenvolvidas. Ele gera miséria, fome, violência, e desamor. O desemprego é como uma prisão, que tira do homem sua dignidade, respeito e liberdade, sendo que a maior recompensa para o trabalho do homem não é o que ele ganha com isso, mas sim o que ele se torna com isso. No atual modelo econômico que rapidamente está sendo instalado no mundo sob o sinal da cibernética, da automação das tecnologias revolucionárias, o trabalhador é supérfluo e está condenado a passar da
exclusão social para a eliminação total. Dessa forma, a paz continuará a ser precária enquanto bilhões de homens continuarem mergulhados na miséria, diante de seus bem nutridos irmãos. Nada é mais importante do que oportunizar -acima das divergências políticas- a cooperação daqueles a quem nada falta para ajudarem a quem nada possui.
O bem que se faz num dia, é semente de felicidade para o dia seguinte, como diz um provérbio indiano.
A construção de conhecimentos a respeito dos outros, de sí mesmo e da realidade social é influenciada pelas ações e interações significativas da vida cotidiana. É preciso que a sociedade admita que as pessoas às quais a vida não sorriu, são cidadãos de corpo inteiro. Por isso, é preciso levar em conta suas necessidades, quer na vida social como na econômica, deixando de marginalizá-los. A justiça é o pão do povo. E este está sempre com fome.
Os pequenos atos que se executam são melhores que todos aqueles grandes que apenas se planejam, por isso, o caminho mais curto da felicidade autêntica é o fazer felizes nossos irmãos necessitados.
Todos nós sabemos que, o que torna uma pessoa importante não é a autoridade que exerce, não é o poder ou a riqueza que possui, mas, rigorosamente, é a sua simplicidade e a sua polidez no falar e no agir.
O simples fato de que a mensagem talvez nunca seja recebida não significa que não valha a pena ser enviada, por isso, lutemos pela verdade, pela justiça. Falemos alto contra as desigualdades sociais, protestemos contra o analfabetismo, a falta de escolas... Jamais desistamos daquilo que realmente queremos fazer, pois a pessoa que tem grandes sonhos é mais forte do que aquela que possui todos os fatos. Já estamos fartos de saber que a melhor
maneira de ser feliz é contribuir para a felicidade dos outros, e a alegria começa no exato instante em que paramos de procurá-la para nós, e começamos a dá-la aos outros. Não há experiência mais gratificante na vida do que fazer alguma coisa que contribua para a felicidade das pessoas. Para nós, a felicidade é como a borboleta, quanto mais você a persegue, mais ela lhe escapa. Mas se você volta sua atenção para outras coisas, ela vem e suavemente pousa no seu ombro.
"É práticamente impossível que o mundo possa viver em paz, com três pessoas em cada quatro passando fome, enquanto o quarto é doente porque come demais"
Nós não precisamos de gigantes para mudar a história, ma de homens dispostos a lutar pelo povo, pois como pode alguém relacionar-se bem com os outros se não se relaciona bem consigo mesmo?
A seguir, relacionamos algumas profissões, lógicamente ocupadas por trabalhadores humildes, que possuem um mínimo de estudo, e que num futuro bem próximo, elas simplesmente desaparecerão, atropeladas pela tecnologia moderna, deixando milhares de pessoas desempregadas, aumentando ainda mais o cáos social em que já nos encontramos: Cortadores de cana-de-açúcar, Colhedores de café e Apanhadores de laranja, substituidos por
Máquinas colheitadeiras; Cobradores de onibus substituidos pelas Catracas eletrônicas; Frentistas de Postos de Gasolina substituidos pelo sistema self-service e a imensa massa de Operários de Fábricas de Automóveis por Robôs.
Neste mundo capitalista em que vivemos, notamos que os ricos, a cada dia ficam mais ricos; a classe média que tem pouco, cada vez terá menos, enquanto que aos pobres só restará a miserabilidade, a fome, a marginalidade. Devemos nos lembrar que "todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje" e que "o tempo se incumbe de trazer e depositar em nossas mãos o fruto da semente que plantamos em nossa vida", porisso temos que pensar sériamente nos filhos que estão sendo gerados hoje, pela imensa população de pobres miseráveis, que ao invés de se tornarem os futuros cidadãos que deverão conduzir este país para uma situação mais justa, igualitária e humana, virão a ser os futuros assaltantes, ladrões ou assassinos, que estarão a postos para atacar os filhos, propriedades e residências daqueles que sempre pensaram em ter cada vez mais, ignorando totalmente a situação social de seus irmãos, menos favorecidos pela sorte.
Nosso defeito maior é que nunca olhamos para a situação das pessoas que encontram-se abaixo de nós, sempre olhamos para cima, tentando incessantemente galgar um lugar mais alto, ignorando completamente as condições daqueles que encontram-se abaixo.
Diante dessa realidade assustadora, esperamos conscientizar as pessoas que fazem parte de todas as Entidades de Classes e Sociais de nossa cidade para que se unam formando um bloco coeso e dominante, direcionado para um objetivo maior, que são os problemas sociais da Comunidade.
Pensem bem e reflitam: cada um pode uma coisa, sabe uma coisa. Se todos se juntarem, forem amigos, se ajudarem, quantas coisas vão conseguir fazer?

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