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Poema
 
O Baú
Por: Pedro Valdoy

No sótão esburacado
sentia-se o cheiro
de um passado estranho
de anos esquecidos

Folhas secas
dançavam ao sabor da aragem
As estrelas dançavam
no céu sonolento

Um baú apodrecido
abriu-se com a corrente
De ar sonolento e incerto
Uma luz se acendeu

E o baú resplandeceu
adquiriu vida
de uma sonolência
de anos passados

Saíram salpicos
de recordações
de uma infância feliz
libertos do baú

A bata da escola
estava lá
e regressei a esses tempos
recordados com saudade

Um anel envelhecido
saltou para o chão
de um amor
não concretizado

Os calções da infância
também estavam lá
e o fato de casamento
esburacado esquecido

Por um divórcio
intempestivo
que separou da família
duas crianças infelizes.

Pedro Valdoy

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