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Carlos Alberto de Melo Silva
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MINHA PAIXÃO
Por: Carlos Alberto de Melo Silva



Uma dileta amiga, me falou de uma paixão oculta que sentia e pediu que escrevesse
algumas linhas, fiz, ela foi perdoada pelo plágio e agora já posso tornar pública.

Não sei como chegar perto de voce e dizer do meu carinho e minha paixão, assim o tempo vai passando e nós vamos caminhado lado a lado, mas cada dia mais distantes, como dizia a canção. Voce não sabe todos os problemas pelos quais passei até chegar livre à sua presença, para olhar em seus olhos e face a minha timidez não lhe falar nada sério desta paixão, mas apenas imaginar que voce sabe sobre meus sentimentos e se nenhum passo esboça em minha direção é porque em nada lhe interesso e diante dessa certeza sofro e culpo-me por mais uma vez não ter a coragem de abrir meu coração e mostrar os caminhos que lhe conduziriam até o meu caminhar e sucumbo às fraquezas do curto prazo de uma paixão.
Dizem que as paixões duram quatro, as vezes seis meses, assim diante de meus medos penso ser o melhor, para nós, deixar passarem os seis meses ao final dos quais terei apagado ou deletado voce de meus pensamentos, mas não consigo pensar que vou deixar de conviver com sua imagem, que é quase uma presença viva, no meu dormir e no meu acordar, nas refeições, nas ocupações e até nas orações, assim, em todos esses momentos fico imaginando como seria aquele instante com sua presença, como seria seu comportamento e como resolveríamos tudo a dois.
Em meus sonhos, quando voce chora eu fico triste, quando voce sorrir eu pulo de alegria, mas quando na vida real eu entendo que voce demonstra sua atenção e interesse por outra pessoa eu fico triste e alegre ao mesmo tempo, triste porque não terei a pessoa que imagino seja minha outra parte e alegre porque sei que voce está feliz; é que o ser realmente apaixonada é como o que realmente ama, sua alegria está na alegria do outro.
Esse distanciamento me leva a diversas dúvidas, quando enfim conseguir me libertar, como conseguirei viver sem sua presença mesmo que imaginária, sem pensar em saudades? Como sentir saudade do que não realidade não tive? Por que o ser humano não aprendeu a dominar suas paixões e retirá-las de sua mente e coração quando sente que não terá o outro ser? Por que apesar da certeza que jamais terei seu sim, não consigo convencer meus pensamentos disso na hora que seria mais conveniente que é o agora? Mesmo quando, nesse momento, escrevo, por outras mãos, da minha incerteza, fico pensando que escrevo para que voce entenda que voce é titular de todos os meus pensamentos atuais e a quem quero para o resto de nossas vidas, com seus problemas e com a paz que voce irradia.

Carlos Alberto Melo

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