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Carlos Alberto de Melo Silva
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AIDS, UMA QUESTÃO DE CUIDADOS
Por: Carlos Alberto de Melo Silva

INTERESSE PÚBLICO. FALANDO FRANCAMENTE. TESTE DE AIDS. JÁ FEZ? RECOMENDOU AO COMPANHEIRO(A), FILHO(A) E NETO(A)? Fiz o meu, graças a Deus, deu negativo (não reagente 0,34).
Recentemente, face necessidade de implante, fiz consulta em vários odontólogos, inclusive de planos de saúde e não lembrei de verificar quanto à higienização do material usado, assim como várias outras pessoas; e quanto aos salões de beleza? ainda lembramos dos cuidados com a higiene dos produtos usados? Antigamente, para o grupo dos idosos, os cuidados eram apenas desse tipo, hoje com os "Viagras" e o aumento do interesse das(os) jovens, pelos(as) idosos(as), grupo esse que não tem o costume do preservativo, tem levado as estatística, da contaminação pelo HIV, a subir.
Duas historinhas rápidas: Há algum tempo atrás, passei quase dois anos com uma doméstica, trabalhando em minha residência, a qual tinha, "relacionamento antigo", apenas com um ótimo cidadão, funcionário público, um dia, face problemas de doenças que ela apresentou, fez o teste de HIV e deu positivo, o resto da história é triste, imaginem! Uma jovem de 16 anos, de nossa convivência, como muitas outras, começou um namoro e os pais, por timidez, vergonha ou "querendo" achar que ela não transava, esqueceram de recomendar, constantemente, o uso de preservativos, ela engravidou e graças a Deus "foi só isso", hoje o fruto é um filho lindo e maravilhoso, que só trouxe alegria, mas ela poderia ter contraído o vírus da AIDS, claro, ninguém sabe os relacionamentos anteriores de um namorado novo.
Sei que é difícil, principalmente para as pessoas de "meu tempo", mas sempre que um(a) adolescente começar um namoro, antes do início do "relacionamento sexual", seria ótimo pedir (como antes do casamento) que fizessem o "teste de HIV", porque o preservativo um dia "vai ser esquecido" ou como falam "vai furar", a não ser em namoro, com certeza, sem relacionamento sexual e por incrível que pareça, ainda existem jovens que só pensam em "transar" depois do casamento. No Grupo Jovem, da Igreja que frequento, tem diversos que declaram isso abertamente.
E nosso grupo de coroas e idosos? estamos nos cuidando? como andam os "namoros"? viúvas(os), separadas(os) e até mesmo os(as) casados(as) que de vez em quando dão seus "pulos fora"? e isto existe. Nossa sugestão a esse último subgrupo é que antes de fazer as pazes, exijam o teste do HIV, ao menos para despertar as consciências, sobre o perigo constante de um relacionamento extra conjugal.
Para finalizar transcrevo abaixo, parte de reportagem extraída da Revista Planeta Terra, que li há algum tempo atrás e guardei:
"Apesar do tratamento, a Aids ainda mata. O mal continua avançando, crescendo nos dois extremos da população, entre os jovens e os idosos. Homens com mais de 60 anos passaram a ter prática sexual constante, graças a medicamentos que estimulam a ereção. No entanto, essa geração não está acostumada ao uso de preservativos. Além disso, muitos não se preocupam com uma possível infecção, levando em conta que, quando a doença vier a se manifestar, já estarão em idade avançada.
Os jovens, por sua vez, cresceram ouvindo falar da Aids e já não tomam as devidas precauções. Nesse caso, os números mostram que a incidência é maior entre moças e rapazes gays.
O medo de se expor a esse julgamento (ser gay) faz com que muitas pessoas evitem fazer o exame para saber se são soropositivas e sintam receio de se declarar portadoras da doença para a família, os amigos e os empregadores ou, pior ainda, deixem de buscar tratamento
Os adolescentes de hoje não chegaram a ver pacientes de Aids em fase terminal, como os jovens da década de 1990, explica Luiz Grande, Cantor e Agente de Saúde/SP, Assim, acabam criando uma ideia mistificada de que a doença não é tão grave quanto se fala. Mas eles precisam saber que os medicamentos produzem efeitos colaterais e que a discriminação contra os portadores ainda é muito grande."
Com esse pequeno e despretensioso artigo pretendi, apenas, despertar os cuidados com a saúde da população sexualmente ativa e a vontade de ler mais sobre o assunto.

Carlos Alberto Melo

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