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Poema
 
Terreno Baldio
Por: Arnaldo Sanza

Da doce semente em que outrora padeceu outros sabores no corpo tímido,
porém atrevido, desvendaram-se como uma transição de espírito...

Do salgado sorriso de raiva que às vezes balbuciando injurias encontra o cômico no ápice da cólera...

O amargo vem de inúmeras desilusões e perdas...

Esse gosto suculento de fel, incentivado também pelas traições,
o bom que ficou pra trás, os devaneios mais concupiscentes...

Por alguém que vomitará no dia seguinte...

Dos vários momentos sem sabor subliminares instantes esporádicos,
um beijo na boca daquela que se despede...

Ou uma possível amizade que acaba na primeira estrofe...

O azedo vem do excesso de confiança, causando ânsia naquele que prova...

Sim! Não há "gosto" que a defina...
A complexa metamorfose de sabores vem dos vários solos em que se plantou.

(sanza)

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