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Carlos Alberto de Melo Silva
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CAVANDO POÇOS
Por: Carlos Alberto de Melo Silva

Recebi e-mail onde é narrado que um canadense, nascido em 1991, de nome Ryan Hreljac, aos 6 anos de idade, tomou conhecimento da falta de água potável na África e de que crianças morriam de sede, quando para ele era tão fácil ter água. Perguntou, então, a professora sobre como poderia fazer chegar água àquelas crianças? A professora falou sobre a existência de uma organização Waltercan, dedicada ao tema e que um poço custaria possivelmente 70 dólares. Ao chegar em casa o pequeno Ryan pediu aquele valor a mãe e explicou, em sua forma inocente, que seria para comprar um poço para as crianças da África não morrerem. A mãe disse que lhe daria o dinheiro em troca de alguma atividade que o mesmo pudesse fazer, com o que ele concordou, ao fim de alguma tempo, já havendo juntado o dinheiro, o menino pediu e a mãe o levou à organização Waltercan e lá tomaram conhecimento que o valor de um poço na África seria de 2.000 dólares e não 70 dólares; a mãe disse que não teria o dinheiro.
O pequeno Ryan começou uma campanha entre os familiares e vizinhos, onde conseguiu os 2.000 dólares e finalmente em janeiro de 1999 começou a lenda com a inauguração do 1º poço patrocinado por Ryan, numa vila ao norte de Uganda, então o menino não parou mais de arrecadar fundos para a construção de poços na África. Seu colégio começou a se corresponder com um colégio de Angola então juntaram dinheiro e patrocinaram a ida do pequeno construtor de poços a Angola para inaugurar um poço, onde conheceu e andou com um outro menino africano Akana e quando ele passava, os demais meninos gritavam seu nome, ele então se espantou, "como sabiam seu nome?" e lhe foi explicado que seu nome era conhecido numa redondeza de 100 kilometros. Por motivos políticos Akana refugiou-se no Canadá, sendo recebido pela família de Ryan. Aos 19 anos, Ryan, que estuda para ser engenheiro hidráulico, dirige uma fundação que já levou mais de 400 poços à África, com assessoria de Akana.
Cada um de nós pode e deve procurar construir seus poços, não necessitando ser especificamente na África, nem que deles jorre especificamente água, mas que jorre solidariedade cristã, para isto é necessário, antes de cavar os poços pesquisar e ver se estamos realmente fazendo um beneficio ou apenas contribuindo para a indolência ou vícios. Não precisamos necessariamente criar fundações, mas nos agregar à igreja ou a alguma instituição que patrocine o bem estar de nosso próximo, sem buscar glórias ou escrever nosso nome na história.
Uma boa construção de poços para todos, a partir do natal deste ano (1991).

Carlos Alberto Melo

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