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Escritor ADhemyr Fortunatto
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Crônica
 
ILUSÕES DE FAMÍLIA
Por: Escritor ADhemyr Fortunatto

TEXTO PUBLICADO EM NOSSA COLUNA DO JR NOTÍCIAS, DE SÃO PAULO - SP, EM FEVEREIRO DE 2016.
PROIBIDA A REPRODUÇÃO SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR. ([email protected])

Salvo raras exceções, --- é bom que eu comece assim, para não dizer que estou cometendo o pecado da generalização. Mas, um adendo: Raríssimas exceções. (Se você fizer parte delas, parabéns!).
Nunca tenha a ilusão de pertencer a uma família que não é sua, na qual você nunca será inserido de fato, --- no máximo será tratado convencionalmente. O namorado que está chegando, nunca será da família, de fato. O marido, idem. Nunca aceitarão, de fato, quem está vindo como sendo da família, no máximo será acolhido por consideração à filha, ao filho.
A sogra, --- um caso à parte --- nem se fala! Mas, vamos lá: Tanto se fala das sogras, mas pouco se reflete sobre a ilusão de inserção familiar.
Ora, ninguém é inserido em nada assim do dia para a noite.
Daí os termos aqui aplicados: Ilusão, inserção, familiar. Quer erro maior do que pensar assim: “Todos me aceitarão na família dele (a) porque eu o (a) amo...”. Ora, o amor é algo dirigido a uma pessoa que, como a maioria, tem família, e ainda bem. Mas isso não quer dizer que quem ela (e) trouxer à tiracolo será aceito (a) familiarmente.
Mas também não será (tomara que não seja mesmo!) um estorvo.
Digamos, uma decorrência da vida, daquele tipo de coisa que se fosse possível, um olharia para o outro, meneando a cabeça e exclamando: “Fazer o quê? Vamos ter que tolerar! ”.
Eu poderia terminar essa crônica assim: Pronto! Falei.
Mas eu prefiro encerrar desse modo: Aqui expus o que muitos também acham, mas preferem não aceitar, pelo menos até a próxima decepção...
Enfim, até à próxima decepção! Fui...

AUTOR: Escritor ADhemyr Fortunatto
Autor do livro “Reflexões de Um Sujeito à Toa”.
Facebook.com/ADhemyr Fortunatto
Blog:
olivro-reflexões.blogspot.com.br

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