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Celso Corrêa de Freitas
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Crônica
 
ESTUPRO COLETIVO, OU CONJUNTO DA OBRA DE UMA SOCIEDADE DIVIDIDA?
Por: Celso Corrêa de Freitas

ESTUPRO COLETIVO, OU CONJUNTO DA OBRA DE UMA SOCIEDADE DIVIDIDA?
Qual a culpa do governo e da sociedade brasileira com situações tristes como o estupro da jovem na aprazível Rio de Janeiro?

Todos agora gritam, esbravejam, mostram a sua indignação contra um ato indigno, mas não me lembro de ter visto dessas mesmas pessoas igual manifestação de repúdio quando em 2007 numa cidade governada pelo PT lá no estado do Pará, uma jovem de 16 anos ficou por mais de 30 dias numa cela da penitenciária de Abaetuba, sendo abusada pelos detentos. O fato somou-se a outros casos escabrosos ocorridos até os dias de hoje, principalmente contra nossas crianças.
A nação violentada seguiu seu caminho tendo em evidência uma cumplicidade piedosa com criminosos, e como suporte uma politica de direitos humanos que se amparava na ministra Maria do Rosário para quem todo marginal era uma vítima da sociedade.
As únicas pessoas nas quais se pode ver moral para criticar esse horrível acontecimento com a jovem no Rio de Janeiro, são aquelas que estiveram recentemente nas ruas do Brasil aos milhões, pois essas não estavam lá, tão somente pela corrupção, mas também pela falta de saúde, segurança e educação. Não estavam lá a favor desses ou daqueles, mas contra todos os políticos criminosos sem distinção ao tamanho do seu crime. Ao expulsar o Aécio Neves e o Governador Geraldo Alckimin da manifestação na Avenida Paulista, o povo deixou claro, e muito bem claro! Querer um País sem corrupção, sem glamorização da marginalidade, sem desvios de conduta, sem desvios de recursos da cultura, da educação...
Não existe lógica nenhuma no grito desses que defenderam e defendem esse governo corrupto e criminoso que temos, que carrega nas suas costas vários atos indignos contra a nossa sociedade.
Muito desses que ai estão a arvorar-se como defensores dessa jovem, apesar de seus conteúdos, prestaram-se a ser papel de parede, e capacho ideológicos de um grupo que transformado em seita, facção ou qualquer coisa do tipo, que estuprou a nação brasileira e tomou para si o comando de uma quadrilha multipartidária que colocou o cidadão comum, ordeiro, e pacifico contra a parede, e sem chance de defesa nenhuma.
O nosso país vai continuar a ter casos assim. Mortes de inocente a pedradas numa rodovia, crianças assassinadas pelas quais ainda vamos chorar muito amanhã, jovens partindo antes da hora. Enquanto existir gente acreditando existir vida e intenção inteligente nessas cabeças que subestimam as cabeças das pessoas de bem que vivem no momento acuadas em suas casas, muitas outras jovens serão estupradas, nos trens, nas vielas, nos muquifos, e em suas próprias casas.
A solução? Sim, ela existe! É a rua. Hoje ela não é muito diferente das ruas de 1789 quando a França um país falido pelos exageros da corte(Desvios de verbas e condutas, corrupção desenfreada, gastos supérfluos, ), gastos excessivos com guerras(Obras com Copa do Mundo, Olimpíadas, Obras intermináveis) , a indisposição com a Inglaterra e os privilégios dispensados ao clero e à nobreza(Afastamento dos países de 1º mundo e alinhamento com países comunistas e bolivarianos), fizeram aumentar a insatisfação popular. Naquela época o povo não tinha o que hoje temos, mas hoje nos falta à unanimidade de propósito. Hoje, de um lado temos parte do povo cansado da bandalheira, e do outro uma parte que se suporta numa estrela sem brilho, uma ideologia furada, configurada por uma esquerda que prima em estuprar a verdade da nossa história, e por fim, e isso infelizmente aqueles que sem ideia nenhuma se deixam comprar por um pão com mortadela e R$ 30,00.
O dia no qual estivermos na rua juntos, ai sim! Casos como o do Rio de janeiro e do Pará deixarão de existir. Até esse dia chegar, Nós que abominamos tudo isso precisamos nos preparar! Pois o pior ainda esta por vir, pois esse que se acha hoje com o direito de criticar, esquece-se que ontem, indiretamente apoiou a base do terror que ora nos domina, e o alimentou com a sua complacência.

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