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Poesia
 
OUTONO
Por: Marcos Costa Filho


- Outono, todo ano estas de volta.
Já me acostumei, não poderia,
com certeza, ser de outra forma.
Afinal, somam oitenta as vezes
que deste modo nos encontramos
tocados pelo tempo em correria.

- Me agradas com tuas temperaturas,
que são amenas, com mansas brisas,
por vezes suaves, outras nem tanto,
mas o vento se mantém em velocidade
que não irrita, até parece carícias.
Faço este registro de tua identidade.

- No Cassino, do mar postado à orla,
te sinto na pele e também na alma,
quando a imensa praia calma, deserta,
as ondas aceitam levar meus devaneios
por sobre suas espumas de alvura tanta.
E a resposta do marulho, ouço sem receios.

Ele me traz a certeza de estar em vida,
a ter o privilégio de apreciar esta imensidão
do oceano e o céu a confundirem-se ao longe,
misturando o azul do céu com o azul do mar
produzindo lá no horizonte o engano da visão.
Iço a vela da imaginação e me deixo viajar.

- Outono, que bom nos encontrarmos novamente
e espero que isto ocorra ainda por muito tempo.
Tu vai e volta e repito meus sonhos à beira mar.
Sei que um dia ao voltares não me encontrarás,
mas eu estarei, não muito longe, em outro plano.
Me permitirá o Senhor esta visão de outro ângulo!

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