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Poema
 
MARIPOSAS
Por: Tolentino e Silva

MARIPOSAS
Tolentino e Silva

Nascem lagartas rastejantes
Tornam-se aladas, voejantes
Ganham altura, pairam no ar
Invadem as luzes da cidade
Cegam-se com a claridade
Vão ao chão ao desasar

No escuro se reencontram
Formando enxames se levantam
Buscam asilo no matagal
Que as acolhem durante o dia
Os galhos servem-lhes de guias
Escondem-se no capinzal

Quando o dia amanhece
Debaixo das lâmpadas parece
Que houve uma batalha
São tantas mortas ali
Que dão trabalho ao gari
Que na cidade trabalha


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