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Artigo
 
TUDO PODE MUDAR
Por: Jota Fier

TUDO PODE MUDAR
Quando adolescente eu trabalhava num escritório de contabilidade,é não parece mas é verdade, naquele tempo no interior o segundo grau a pessoa se formava em contador ou professor normalista leciona até quarta serie, o escritório tinha um funcionário e o dono agora entrei eu, o contador morava em outra cidade vizinha vinha todos os dias de ônibus depois começou a vir 2 vezes por semana o outro funcionário saiu e fiquei com aquela bomba na mão, mas deu pra aprender tinha 59 clientes base de 150,00 reais cada um se fosse nos dias de hoje. Eu recebia 100,00 por mês nos dias de hoje seria hum mil reais, o contador dono do escritório tinha uma renda quase 8 mil reais liquido, depois começou a vir uma vez por semana, os impostos era pago semanalmente os livros fiscais ficavam todos eles no escritório de todos os clientes que vinham uma vez por semana trazer os talões de venda e notas de compra e deixavam tudo no escritório e só voltavam na semana seguinte trazendo talões e notas e levavam as que estavam no escritório e pagavam os impostos já com a guia feita da semana passada, era pago sempre uma semana depois de vencido, ia tudo bem por alguns meses, ate que o contador que nessa altura quase n aparecia no escritório fez uma burrada o dinheiro que os clientes pagavam ficava comigo eu dava pra ele quando ele vinha no escritório, mas n sei o do pq ele quis também o dinheiro dos clientes que era para pagar impostos e assim fez ciente deixava dinheiro comigo pra impostos pensando que tava tudo em dia e patrão os roubava, eu como era jovem pouco me importava ate que o fisco baixou no escritório e multou todo mundo, o dono teve que vender o escritório o novo proprietário n quis meus serviços me despediu mas como a barra estava pesada um mês depois me chamou para trabalhar no escritório e eu desáforento como era n aceitei, preferi ficar a toa, depois fui trabalhar com meu pai em construção de torre de igreja curral, ponte prédios de prefeitura, e assim foi ate meus 17 anos, por agora e só, e nem sei se vai ter mais.

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