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José Arthur de Oliveira
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Ensaio
 
DEPRESSÃO, INSANIDADE
Por: José Arthur de Oliveira

Algumas vezes nos pomos a caminho para uma viagem cujo destino e finalidade foram prévia e cuidadosamente definidos antes da partida.
Acontecimentos fortuitos podem, todavia, alterar o objetivo inicial e nos desviamos antes de alcançar a chegada.
Avaliadas posteriormente concluímos que as consequências do desvio podem ter comprometido nosso empreendimento, talvez de forma irreparável e Isto ocorre principalmente porque as prioridades não estavam claramente determinadas e os obstáculos possíveis não pareciam importantes à primeira vista.

O que se quer dizer é que quanto maior importância atribuímos às metas de nossa vida, com mais frequência deveremos reavaliar o caminho que estamos percorrendo.

Podemos notar, contudo, que em torno de nós, muitas pessoas não têm um objetivo imediato a ser alcançado. Simplesmente vão vivendo cada dia com as contingências que lhes são impostas... e aqui cabe uma pergunta: impostas por quem?

Na verdade, é que seus objetivos não resultam de sonhos, ideais, desejos... São como as curvas de uma estrada que avistamos de longe... quando ali chegarmos saberemos o que fazer.
Refletindo sobre isto talvez concluamos que essas pessoas não têm importância para a vida de ninguém, visto que nem para si mesmas.
Mas a verdade pode ser bem outra e as consequências dessa negligência serão graves.

Sabe, aquele indivíduo que mal responde ao cumprimento que lhe é dirigido... ou aquele outro que estaciona seu veículo em local impróprio, dificultando o trânsito, e não se importa... ainda aquele que não recolhe as fezes do seu pet, na via pública... no trabalho está sempre procurando uma forma que o regulamento permita, para faltar com as obrigações...
Estas são pessoas cuja simples presença tornam qualquer ambiente desagradável.
Seres humanos abjetos e desprezíveis pelo fato de não terem um objetivo sério a ser alcançado, uma razão para viver.

Estes, aproveitam-se dos bens e utilidades que a existência lhes possa oferecer sem a preocupação de retribuir com uma mínima parcela que seja. Então, acusam-se, subconscientemente, de parasita social e é como um parasita que tocam sua insignificante existência.
A insensibilidade os torna profundamente infelizes e sequer se dão conta disto.
Frustrações, recalques, complexos, são seus companheiros do infortúnio diário, pelo o que,
em depressão, por vezes desbordam no crime, na loucura, ou no suicídio.

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