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Coronavirus
 
Pensar cansa?
Por: Haroldo Pereira Barboza

Pensar cansa?

Planejar e operacionalizar algo que seja útil para o povo (país) não é uma prática comum entre 80% e 90% de Prefeitos e Governadores do Brasil. Gastam mais seus neurônios na escolha dos “secretários” que vão gerenciar “esquemas” que possam lhes render algum capital político e/ou pecuniário “por fora”.

Que a pandemia existe e é perigosa, ninguém duvida. Que ela prejudica de forma diferente em diferentes regiões do planeta, também não existem dúvidas.

Por que a vacina vai demorar pelo menos um ano, não podemos exigir mais agilidade dos heroicos médicos e pesquisadores.

Talvez o pior ainda não tenha passado, mas a economia não pode ficar estagnada sob o risco de quintuplicar a miséria em 1 ou 3 anos.

E triplicar as mortes acumuladas pelo coronavirus.

Uma equipe de técnicos competentes, certamente será capaz de criar protocolos compreensíveis pela população. Uso constante de máscaras, senhas para entrar em lojas, consultórios, repartições, uso de coletivos, paradas programadas de 15 minutos para desinfecção de equipamentos ambientes, bla bla bla.

Mas os governantes incompetentes e desonestos preferem que o período da “sem-data-tena” seja esticado por muitos meses (para não vermos o tal pico) pelos seguintes motivos:

- não exibir a falência (nascida há 50 anos) do sistema de saúde;

- manter escolas fechadas para evitar que o povo adquira conhecimento suficiente para votar em pessoas competentes;

- manter suas arrecadações (mordomias + desvios) por conta da “generosidade” de legisladores federais usando as divisas esfaceladas da união;

- gerar degraus para trampolim eleitoral pois NÃO vão ceder a verba eleitoral a favor dos enfermos;

- gerar faturas triplicadas sobre equipamentos de saúde sem que os valores sejam contestados devido à “emergência” alimentada por notas montadas para criar o pânico coletivo.

Não é de estranhar que enorme parte da população não siga as normas de cuidados (reais + fabricados) determinados.

O povo não confia nos dirigentes que manipulam seus impostos.

Haroldo / RJ

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