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Erasmo Manuel Vaz Contreiras
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Poema
 
IGNORARAM!...
Por: Erasmo Manuel Vaz Contreiras



Ignoraram minha alma
Rasgaram minhas vestes
Alma que ferve em chamas
Vestes que revestem minha alma

Quando minha poesia
À eles eu apresentei

Nas noites das várias noites
Eu, sem forças, chorei
Porque não acreditaram nas letras das minhas canetas

Eles ignoraram os passos de compassos
Que eram meus
Somente meus

Eles ignoraram os bateres das portas
Que eram meus
Somente meus

Eles ignoraram o escorregar das lágrimas
Que eram minhas
Somente minhas

Eles ignoraram aqueles lamentos em tormentos
Que eram meus
Somente meus

Ignoraram minha alma
Rasgaram minhas vestes
A alma que escreveu o poema
E o pintou com suas poesias
As vestes que revestiram minhas rimas
E as organizou em humildes versos

Eles ignoraram o declamar daquela poesia
Que era minha
Somente minha

Eles ignoraram os passos daquele passado
Que era meu
Somente meu

Ignoraram meus sorrisos
Ignoraram meus momentos
Ignoraram meus sonhos
Atormentando meu talento
Espantaram meu sonho
Tentando matar o eu do meu ser que me fazia viver de esperanças eternas até ao além dos tempos incolores,

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