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Erasmo Manuel Vaz Contreiras
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Poema
 
AMOR ENCOVADO
Por: Erasmo Manuel Vaz Contreiras



Meu amor se foi
Levando as carícias nocturnas
Deixando saudades imaturas
Abandonando uma paixão infinita

Amor que levou-me a conhecer a ilusão
Meu amor de estranhas ilusões
Um amor que descreveu a falsidade em mim
Meu amor de infinita mocidade

Amor encovado ao além das esperanças
Amor que se perdeu no sorriso da alegria
E se ocultou no escuro das minhas melancolias

Amor encovado

Que no tempo do destino distinto
Clamou no íntimo da minha emoção
Lacrimejando de incerteza
E lacrimejando de concavas dores

Amor que esqueceu sua natureza
No dia em que perdeu sua pureza
Amor encovado e desesperado
Magoado pela olvidada vida
Um labirinto de saudades
Um infinito de vaidade na verdade da antiga idade

Amor encovado

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