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ANTONIO CARNIATO FILHO
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Poesia
 
CERRADO ARDENTE
Por: ANTONIO CARNIATO FILHO

CERRADO ARDENTE

Longe se vão estas estradas arenosas,
Cercas altivas guarnecem propriedades,
Novos os ares, adulam os botões de rosas,
Estrada branca anseia felicidades!

Grãos minúsculos, nas terras do cerrado,
Sol brilha dardejante, na cor pensando,
Verde o lastro de luz esparramado,
Vendo toda a solidão fui passando.

Cerrado ardente de silvestres flores,
Cantigas, dor triste das velhas seriemas,
Tardes marchetadas de todas as cores,
Estradas brancas arenosas, lindos poemas!

Cerrado esquecido - estende imenso,
Tesouro de beleza e esperança,
Olhando para ti, logo, logo penso,
Esquecida está tua rica pujança!

Antonio Carniato Filho,29 abril 2020



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