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Coronavirus
 
Consequências trágicas de uma pandemia
Por: Marlene A. Torrigo

As aglomerações para receber o auxílio emergencial em todo país têm um único propósito: contaminar o maior número possível de pessoas. Excetuando-se os que não tem necessidade do auxílio, são pessoas que passam por dificuldades terríveis, que vivem mal, que se alimentam mal, que possuem baixíssima imunidade, que são vulneráveis demais diante de uma calamidade pandêmica. O não uso de máscaras pela maioria ou a usando de modo errado terá consequências trágicas.

Como disse o cientista Sérvio Pontes Ribeiro " A gente tem que ver que podemos entrar num processo de exposição uns aos outros e dar armas aos genocidas, às pessoas que não se importam com o sofrimento de ninguém, que não se importam com a morte, com toda tristeza, pobreza, miséria, que vai sobrecair sobre essa camada da sociedade, que irá morrer e criar todo ambiente necessário para que as cepas mais agressivas, virulentas, se espalhem na nossa população..."

São as estratégias políticas: dividir as classes sociais, enfraquecer e dominar os mais vulneráveis, os desvalidos, os ignorantes. Um povo necessitado, sofrido, faminto, não tem força. Um povo sem dignidade não tem voz. Um povo sem esperança não tem escolha a não ser a fraqueza da submissão. É uma triste realidade.

Líderes genocidas sabiam que esse pandemônio aconteceria, por isso não se deram ao trabalho de elaborar um estudo matemático plausível para as pessoas beneficiadas receberem o auxílio sem tamanha exposição ao novo coronavírus. E têm pessoas que precisam enfrentar a aglomeração dois, três dias seguidos. É muita gente? Sim. Mas colocaram pessoas nascidas de janeiro a outubro para receber num mesmo dia. Não podiam, como exemplo, ter dividido as pessoas pelas letras do alfabeto? Certo, A, J, M tem muita gente. Que as atendessem também nos fins de semana, qualquer coisa, menos expor as classes vulneráveis tão covardemente.


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