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Coronavirus
 
E as máscaras também passarão
Por: Yé Gonçalves

Nestes tempos de quarentena, parece que já me tornei um cronista de sacada ou de varanda, de onde fico a observar a movimentação do trânsito. Aliás, uma quarentena que já virou cinquentena ou mais. Até falam em “lockdown”, por conta destes momentos de covid-19.

Momentos, sim, com toda a certeza, porque tudo na vida passa e a crise é momentânea. Logo, estaremos de volta à normalidade.

De volta aos abraços e ao reencontro com os familiares mais distantes e com os velhos amigos, como nunca houve antes, para sentarmos e conversarmos e tomarmos um café com prosa. Daquela prosa sem compromisso, de jogar conversa fora e de dar risadas e gargalhadas, até chorar de emoção e deixar o coração se soltar e falar bem alto.

Fico a observar o vaivém de tantas máscaras, com variadas cores, para variados gostos; ou mesmo pela obrigatoriedade do uso, por força da exigência que o momento requer para o bem de todos nós.

Um transeunte passa e pergunta para um outro que vinha em sentido contrário: “até quando tudo isso vai durar?”

Tendo como resposta: “calma que tudo passa e as máscaras também passarão.”

É bem verdade o desconforto das máscaras, ainda mais quando o seu uso se trata de uma determinação.

Eu, de minha parte, cumpro este isolamento à risca, só me deslocando às ruas por questões estritamente necessárias, tanto pelo risco quanto pelo uso de máscaras. Ficar em casa é mais confortável, é ensejo para estarmos bem mais pertinho de nós mesmos, sem máscaras, ao vivo e em cores.

O certo é que o uso de máscaras, bem como lavar as mãos, manter a distância recomendada e adotar todo o cuidado possível e impossível, é muito mais que necessário. É uma questão de vida ou morte.

Acreditemos que tudo isso vai passar! Se vai demorar, não sabemos. Mas, vai passar.

Desfilaremos livremente pelas avenidas, com mais cautela, aplicando a lição e fazendo o nosso melhor em tudo na vida, valorizando os detalhes que antes não víamos ou não valorizávamos.

E as máscaras também passarão, quem sabe!

Quem sabe, de volta à normalidade, nos próximos carnavais...

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