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Walquiria Rocha Machado
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Por essa eu não esperava...
Por: Walquiria Rocha Machado

Conheci uma pessoa muito interessante pelas redes sociais, ele amava a família como eu e se lastimava por ter dois filhos morando no exterior e não poder acompanhar o crescimento dos netos. Conversamos por algumas semanas no wattsap e ele era muito gentil e trocávamos conversas por um longo tempo...

Falávamos de nossa infância, dos nossos pais e sempre o assunto maior eram os filhos e netos. Ele me chamou algumas vezes para tomarmos um café e nos conhecermos melhor, e eu depois de alguma insistência acabei aceitando, já que ele me pedia para escolher o dia e o lugar.

Marcamos um ponto de encontro em um café de um shopping, e neste dia conversamos uma tarde inteira, e eu me encantei pela conversa, mas meu coração se restringia a aceitar algo mais profundo com ele, apesar de achá lo atraente e um bom amigo, comecei a pensar que talvez esse sentimento pudesse se transformar em algo mais profundo com o tempo.

Depois de algumas semanas de conversa, ele me propôs almoçarmos juntos e insistiu em me pegar em casa, e como um cavalheiro e meu admirador ele não aceitava a recusa em me buscar na porta do prédio em que eu morava, e assim foi feito.

Saímos em um sábado rumo a um restaurante dos jardins, e eu achei o lugar de muito bom gosto e muito atraente, mas estranhei quando o manobrista do local o chamou pelo nome enquanto ficava com a guarda do seu carro. Entramos, sentamos e o garçom muito gentil também o chamou pelo nome acrescentando um doutor na frente e eu imaginei que ele deveria ser um frequentador assíduo daquele local.

Almocei um risoto maravilhoso e um peixe com frutos do mar, sugestão do chef , depois de tanto ele insistir por uma sobremesa acabei aceitando um mousse de côco com sorvete, e por fim ele tomou um café. Acabamos, e ele se levantou segurando a minha cadeira para que eu me levantasse também, me pegou pelas mãos e seguiu a caminho da porta... eu olhei espantada pra ele perguntando: E a conta? você não vai pedir a conta!( já me preparando para pagar a metade) Ele deu um sorrisinho, me apertou pelos ombros e disse: Não precisa, o restaurante é meu!

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