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Sonetos
 
ALQUIMIA
Por: Nelson de Medeiros





Recluso avisto o vale verdejante...
A sombra do arvoredo se contrasta
Com a lucerna do sol que se afasta;
A paisagem é condão deslumbrante...

Indago num relance, num instante,
Se a vida me foi justa ou foi madrasta,
Pois que a amargura o coração vergasta;
Encontro-me só, a angústia é constante...

Mas, a resposta minh!Alma trespassa:
O destino que todo o rumo traça,
É só fruto daquilo que eu irrigo!

Descubro, então, que tenho companhia
Pois, fruto de minha própria alquimia,
Enorme solidão mora comigo!

Nelson de Medeiros

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