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Poema
 
A cor do sentir (Ao dia da Consciência Negra, 20 de Novembro)
Por: Isabela Lima

A cor do sentir

Por tantas lutas perante a história,
A vida de uma cor que traz amargura,
Desrespeito, preconceito, intimidação.

Notas vividas, choros sofridos, dor profunda.
Sentimentos reprimidos.
Vistos como mercadoria, ferramenta de construção,
Escravos, vendidos, mutilados, usados.

Seres humanos iguais a mim, a você.
Espelhos da alma, apenas de outra cor
Também pensam, falam, ouvem, veem.

Reprimidos pela cor
Maltratados pela cor
Humilhados, escravizados pela cor.

Quantos sofreram, morreram pela cor!
Violentados, perseguidos, torturados!

Os guerreiros se eternizaram.
Os direitos foram instaurados.
A vida mudou!
Porém o preconceito ainda não acabou.
A luta continua,
A vida continua.
Os pensamentos estão mudando,
A esperança prevaleceu
E a cor do sentir permaneceu.

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