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Coronavirus
 
Enquanto a vacina não vem
Por: Yé Gonçalves

Dói muito na gente ter de passar o natal, a virada do ano novo e as férias de verão longe das festividades com familiares e amigos. Longe dos abraços físicos e das praias de janeiro. Distante de comemorar, no meio da torcida, o campeonato do time do coração. Longe das festas carnavalescas, ainda mais nas maravilhas deste país do carnaval. E-ainda: o comércio fechado e a economia em queda, provocando desemprego e o desespero batendo às portas, ou se já bateu para muitos. Ah, como dói na gente estes tempos de isolamento social!

Muitas das vezes, torna-se cansativo o uso de máscaras, que dificulta a respiração, embaça os óculos e para quem está dirigindo veículo automotor então..., nem se fala. O excesso com a higienização pessoal pode até nos levar a certas manias, sei lá! Imagine como deve ser difícil ter de conviver ao lado de quem tem “mania de limpeza”! É um deus nos acuda! E se esse maníaco sou eu, haja coração!

Mas, por outro lado, como já sabemos, ou já deveríamos saber, são atitudes necessárias para vencermos estes tempos de pandemia e para sairmos rumo aos novos tempos, mais fortalecidos moralmente e mais evoluídos espiritualmente, justamente por termos cuidado mais de nós mesmos, aprendido a respeitar o direito dos outros e nos protegido e, consequentemente, protegido os outros com as nossas manias de usar máscaras, de exceder na higienização das mãos e dos vãos dos dedos, de manter o distanciamento nos contatos pessoais e de termos nos trancafiado em nossos aposentos.

Apesar disso, no período entre o natal/2020 e a passagem para 2021, tivemos de ouvir e de assistir a tristes notícias de praias superlotadas e comércio com aglomerações de pessoas, inclusive detectando que muitos, nessas ocasiões, não usavam máscaras, se abraçavam fisicamente e não mantinham o distanciamento seguro nas conversações, ou seja, não se importavam com os outros e, principalmente, consigo mesmos. Ou, talvez, por serem assintomáticos. E por serem assintomáticos, é que deveriam pensar mais no bem-estar do próximo. Oportunidade abençoada para praticar a caridade, que muitos jogam fora. Ah, tristes tópicos da realidade!

É preciso que tenhamos mais calma e seguremos mais os nossos impulsos, nestes tempos pandêmicos! Que possamos aprender a reverenciar uns aos outros, com abraços vibracionais de paz, ao invés dos tradicionais abraços físicos, e a praticar o autoamor e o amor ao próximo. Ou pelo menos fazer a nossa parte, adotando medidas preventivas em nós, conforme listadas acima, o que equivale a cuidar do próximo também.

Que adotemos, em nós, todos esses cuidados preventivos, pelo menos enquanto a vacina não vem!

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