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Poema
 
CORTEJANDO
Por: Tolentino e Silva

Num relampejo,
um ardente desejo,
coração pulsou mais forte.
À distância eu a cortejava.
Parecia também gostar, a desconhecida,
tal serpente, esperava a hora do bote.

Seus olhos fulgiam,
e firmemente fitavam-me.
Arfava-me o peito.
Primeira vez, acanhado,
sujeito bucólico,
à distância fiquei,
palavras, quais?
Desta vez,
ficou somente no cortejo!

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