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Jornalismo
 
Caos social - fazer morrer e deixar morrer
Por: Marlene A. Torrigo



Estamos seguindo para 400 mil mortes na pandemia. Chegaremos a 450 mil, e excederemos sim, os 500 mil óbitos, como previsto por cientistas matemáticos da Física da atual pandemia. São milhares de pessoas perdendo a vida. São filhos chorando pelos pais, são pais chorando pelos filhos. São gerações futuras sacrificadas pela morte de jovens que não deixaram filhos para perpetuá-los. Chora a nossa bela nação. Ouve-se o lamento de um povo. Um povo atarantado, aboleimado, sofrido nas suas necessidades básicas.

Brasil, um país que desfilava garboso em pleno desenvolvimento, mas cujo governo, sorrateiramente, fabricava seus déspotas, seus loucos. Brasil, este é agora o país da Fome, de milhões de desempregados, da Saúde debilitada por falcatruas. Trata-se de governo mascarando o absolutismo, cuja ordem absolutista é criar o caos social, desvalorizar a vida, fazer morrer e deixar morrer.

A instabilidade no cenário político brasileiro, levou o país a uma grave crise econômica que tornou a empobrecê-lo. Se medidas arrazoadas tivessem sido tomadas no inicio da pandemia para atenuar o impacto social, não teríamos tanto desemprego, tanto luto, tanta gente desesperada, com medo do futuro diante dessa exterminação sistemática com ares de genocídio, que põe a nação de joelhos.

Genocídio? Sim? Genocídio quando faltam leitos hospitalares, quando não se consegue vaga em UTI, quando não há respiradores, quando não kits entubação, quando faltam todos os paramentos hospitalares necessários no enfrentamento à pandemia, quando a vacinação - a mais garantida de todas as prevenções contra o Sars-CoV-2 - segue lenta e burocrática, e quando milhares de óbitos acontecem por todo o país enquanto políticos malditos sagram-se milionários.

Sacrificam-se milhares de ovelhas para enriquecer os pastores - esses bêbados, patifes, ávidos por benesses de outrens. Liquidadas milhares de ovelhas, eis o povo a mercê de um poder altamente repressivo, um governo portador de psicologia de esgoto, mascarando o absolutismo. Trata-se de um governo de políticos enriquecidos com bens aquém de seus salários, surrupiando na maior cara de pau, desavergonhados, fazendo-nos fantoches das suas vaidades desmesuradas

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