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Haroldo Pereira Barboza
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túnel sem luz
Por: Haroldo Pereira Barboza

Túnel às escuras.

Uma crise de abastecimento de água (que gera energia) não nasce como um tombo de árvore provocado por um raio vindo do céu. Dois anos antes de chegar ao ponto crítico, já é possível identificar sua evolução e adotar as medidas de contenção de gastos enquanto obras para alternativas inteligentes são executadas. Pelos “excelentes” governantes que tivemos ao longo da história, agora chegamos ao fundo do poço, ou melhor, do rio.

Claro que nós pagaremos a conta (bandeira vermelha, roxa, lilás e outras mais) majorada para que o país demore um pouco mais a chegar ao ponto de ruptura social.

Agora nos pedem para economizar energia. Pior para quem depende dela para manter seu negócio ativo que paga impostos exorbitantes.

Vamos dar nossa contribuição para poupar energia.

1) Reduzir 25% da iluminação pública nas orlas das praias. A zona Norte já contribui com mais de 30% com dezenas de ruas “esquecidas”, há mais de 10 anos.

2) Dispensar luz amarela dos semáforos. A luz vermelha em paralelo com a verde por 3 segundos equivale ao “atenção”. Em dezenas de ruas da cidade os sinais estão queimados há meses.

3) Durante a estiagem, fechar as câmaras públicas (todos os níveis). Os integrantes gastam energia demais e nada produzem de útil para a nação. E ainda vamos economizar gasolina, cafezinho, sabonete, etc.
Fora transmissão de imagens pelas TVs “cômicas”.

4) Reduzir lâmpadas nos templos religiosos pela metade. Fiéis convictos rezam de olhos fechados. Perto da “sacolinha”, basta uma lâmpada de 25 watts.

5) Trocar aparelhos de 10.000 BTUs dos gabinetes dos palácios executivos por ventiladores 10 vezes mais econômicos.

Quanto à “luz no fim do túnel”, nada a fazer. Ela está apagada há anos.

HPB - set/2021


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