A casa dos grandes pensadores

Bem-vindo ao site dos pensadores!!!

| Principal |  Autores | Construtor |Textos | Fale conosco CadastroBusca no site |Termos de uso | Ajuda |
 
 
 
Poesia
 
crepusculo cego
Por: Arnaldo Sanza

Tenho espasmos de um barco mudo
Ancorado em devaneios cristalizados,
Sinto o vento verde que me infla os pulmões,
Mas não consegue mover minhas velas inexistentes.

Nos vermelhidões dos crepusculos cegos
Permaneço inerte sem sentido algum...
Sem respostas para o incansável sol
Que encontra na noite refugio para tornar a brilhar.

Quisera ter eu a vitalidade do sol
E descobrir nas noites turvas do meu espírito
Um brilho revigorador de prazeres...

Mas o que resta no barco surdo do meu ser
São ancoras para o sentido da vida;
É aguardar hébrio o tombo para o esquecimento.

 Comente este texto
 Paralerepensar


Comentário (0)

Deixe um comentário

Seu nome (obrigatório) (mínimo 3, máximo 255 caracteres) (checked.gif Lembrar)
Seu email (obrigatório) ( não será publicado)
Seu comentário (obrigatório) (mínimo 3, máximo 5000 caracteres)
 
Insira abaixo as letras que aparecem ao lado: CcPg (obrigatório e sensível. Utilize letras maiúsculas e minúsculas;)
 
Não envie mensagem ofensiva e procure manter um intercâmbio saudável com o seu correspondente, que com certeza busca dar o melhor de si naquilo que faz.
Seu IP será enviado junto com a mensagem.