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Poema
 
MINHA CANÇÃO DO EXÍLIO
Por: Vilma Oliveira



Outrora foste para mim campos floridos
Na relva verde de primaveras mil
Um belo sonho rendilhado em lírios
Em cravos brancos qual jardim dos céus...
Eu era a rosa que perfumava a brisa
Tu eras o orvalho que banhava a natureza!

Mimo de bonança... berço onde eu nasci!
De esperanças onde vivi a juventude
Desde a infância foste sol de esplendor
Em braços fortes fiz de ti dor e saudade!

Tu fizeste do meu coração um hino
A mais bela canção que ouvi tocar
Aos poucos fui de ti sem sol partindo...
Em outras plagas fiz meu teto, o meu altar,
Em outros braços estranhos como a noite
Tornou-se mar, os meus dias em solidão!

Eu quis voltar ao teu seio materno
Em busca de guarida, conforto e paz,
Fitei teu sol, os teus campos, tuas estrelas...
Na amplidão onde se esconde o teu mistério
Em vão tentei regressar, mas não quiseste!

Hoje distante, imagino-te bela!
Como outrora, tu serás sempre querida,
Se és perfeita? Não importa, és minha Terra!
Terra natal! Foste minha e és ainda...

Embora longe, queira Deus ainda volte,
Se tu me esperas em vitoriosa glória
Hei de honrar o teu nome. Hás de honrar o meu?
Onde estiver permanecerei fiel a ti...
Hei de morrer nos teus braços volvendo
Hei de ressurgir na tua sombra vivendo!





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